Credores da Sete querem sacar garantia de R$ 4 bi

Pela sétima vez Banco do Brasil, o FI-FGTS, a Caixa Econômica Federal, o Bradesco, o Itaú e o Santander darão mais tempo para a companhia quitar sua dívida; estratégia é pressionar os sócios da companhia a adiarem a discussão de uma possível recuperação judicial; acordo pode ser assinado estendendo por mais quatro meses o prazo para o pagamento da dívida, que totaliza R$ 17 bilhões; os R$ 4,2 bilhões viriam do Fundo de Garantia para a Construção Naval, administrado pela Caixa

Pela sétima vez Banco do Brasil, o FI-FGTS, a Caixa Econômica Federal, o Bradesco, o Itaú e o Santander darão mais tempo para a companhia quitar sua dívida; estratégia é pressionar os sócios da companhia a adiarem a discussão de uma possível recuperação judicial; acordo pode ser assinado estendendo por mais quatro meses o prazo para o pagamento da dívida, que totaliza R$ 17 bilhões; os R$ 4,2 bilhões viriam do Fundo de Garantia para a Construção Naval, administrado pela Caixa
Pela sétima vez Banco do Brasil, o FI-FGTS, a Caixa Econômica Federal, o Bradesco, o Itaú e o Santander darão mais tempo para a companhia quitar sua dívida; estratégia é pressionar os sócios da companhia a adiarem a discussão de uma possível recuperação judicial; acordo pode ser assinado estendendo por mais quatro meses o prazo para o pagamento da dívida, que totaliza R$ 17 bilhões; os R$ 4,2 bilhões viriam do Fundo de Garantia para a Construção Naval, administrado pela Caixa (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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247 - Pela sétima vez os credores da Sete Brasil, o Banco do Brasil, o FI-FGTS, a Caixa Econômica Federal, o Bradesco, o Itaú e o Santander, darão mais tempo para a companhia quitar sua dívida. A estratégia é pressionar os sócios da companhia a adiarem a discussão de uma possível recuperação judicial.

Um acordo está na iminência de ser assinado entendendo por mais quatro meses o prazo para o pagamento da divida de R$ 17 bilhões.

Há duas condições impostas pelos credores. Além de adiar o pedido de recuperação judicial, a liberação do pagamento das garantias previstas pelo Fundo de Garantia para a Construção Naval no valor de R$ 4,2 bilhões.

Se o acordo prosperar, o fundo ficará zerado e passará a ser credor da Sete. Os bancos já tinham executado as garantias dos empréstimos à Sete no ano passado. O FGCN deveria pagá-las no início deste ano. No final, quem paga a conta é a Caixa, que administra o FGCN. Caso a

Os bancos são tolerantes com a também são sócios da empresa.

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