‘Crescimento do comércio será mais rápido em 2015’

Previsão é do presidente da OMC, o brasileiro Roberto Azevêdo, que acredita que o cenário beneficiará o Brasil, importante exportador de commodities; "Nossas estimativas indicam um crescimento mais rápido do comércio em 2015 em comparação com 2014", disse; previsão mais recente, que é de outubro, aponta para um avanço de 4%, afirma

Previsão é do presidente da OMC, o brasileiro Roberto Azevêdo, que acredita que o cenário beneficiará o Brasil, importante exportador de commodities; "Nossas estimativas indicam um crescimento mais rápido do comércio em 2015 em comparação com 2014", disse; previsão mais recente, que é de outubro, aponta para um avanço de 4%, afirma
Previsão é do presidente da OMC, o brasileiro Roberto Azevêdo, que acredita que o cenário beneficiará o Brasil, importante exportador de commodities; "Nossas estimativas indicam um crescimento mais rápido do comércio em 2015 em comparação com 2014", disse; previsão mais recente, que é de outubro, aponta para um avanço de 4%, afirma (Foto: Ana Pupulin)
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247 – O comércio em 2015 deverá ter um crescimento mais rápido, estima o presidente da Organização Mundial do Comércio (OMC), o brasileiro Roberto Azevêdo. Em entrevista ao Valor Econômico nesta terça-feira 23, ele afirma que o cenário deve beneficiar o Brasil, país exportador de commodities (leia aqui).

"Nossas estimativas indicam um crescimento mais rápido do comércio em 2015 em comparação com 2014. Essa avaliação está também relacionada com a queda de preço do petróleo, o que contribui para reduzir custos e estimular demanda. Isso deve ajudar o crescimento dos países que são intensivos em energia e que contam com uma base industrial forte", avaliou.

Segundo ele, a previsão mais recente, que é de outubro, aponta um crescimento de 4% do comércio em 2015. "Mas temos que acompanhar a evolução das condições internacionais nos próximos meses antes de olhar novamente para os nossos números", afirma. Azevêdo ressalta que é possível enxergar "um conjunto de fatores favoráveis para países exportadores de commodities em 2015".

Ele acredita que 2014, apesar da crise com o bloqueio da Índia, "acabou sendo um ano positivo para a OMC". Depois de altos e baixos, conseguimos resolver o impasse que paralisou as negociações em julho. "Colocamos as negociações de volta nos trilhos. E todos os países não só reafirmaram o compromisso com as negociações, mas também nos indicaram objetivos claros. Espero que no próximo ano tenhamos muito a celebrar", pontuou.

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