Criador do Waze: Medo de errar faz o país inovar menos

Segundo o israelense Uri Levine, o medo do fracasso é que atrasa muitos países: “Se você acredita que o Brasil deveria ter mais empreendedores, então transforme-os em heróis. Se a mídia promove os empreendedores, haveria mais gente querendo embarcar nessa aventura. Os jovens buscam modelos, olham a cultura à sua volta. Se a mídia transformasse os empreendedores em modelos de conduta, haveria muito mais empreendedores”, diz

Segundo o israelense Uri Levine, o medo do fracasso é que atrasa muitos países: “Se você acredita que o Brasil deveria ter mais empreendedores, então transforme-os em heróis. Se a mídia promove os empreendedores, haveria mais gente querendo embarcar nessa aventura. Os jovens buscam modelos, olham a cultura à sua volta. Se a mídia transformasse os empreendedores em modelos de conduta, haveria muito mais empreendedores”, diz
Segundo o israelense Uri Levine, o medo do fracasso é que atrasa muitos países: “Se você acredita que o Brasil deveria ter mais empreendedores, então transforme-os em heróis. Se a mídia promove os empreendedores, haveria mais gente querendo embarcar nessa aventura. Os jovens buscam modelos, olham a cultura à sua volta. Se a mídia transformasse os empreendedores em modelos de conduta, haveria muito mais empreendedores”, diz (Foto: Roberta Namour)
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247 – Criador do Waze, o israelense Uri Levine afirma que o medo do fracasso é que atrasa muitos países. O aplicativo foi vendido ao Google por US$ 1,1 bilhão em 2013, e se tornou referência mundial para trânsito e para crowdsourcing.

“Se você acredita que o Brasil deveria ter mais empreendedores, então transforme-os em heróis. Se a mídia promove os empreendedores, haveria mais gente querendo embarcar nessa aventura. Os jovens buscam modelos, olham a cultura à sua volta. Se a mídia transformasse os empreendedores em modelos de conduta, haveria muito mais empreendedores”, diz ele em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’.

Segundo ele, a combinação entre medo do fracasso, a questão do heroísmo e a falta de apoio do governo são fatores decisivos de barreira a start-ups como o Waze.

“O que acontece se você abrir uma empresa no Brasil e quebrar? Você fracassou, certo? Há duas consequências disso. A primeira é: qual sua capacidade para de fato começar um novo negócio no Brasil? Isso tem a ver com questões de regulação. E a outra é quão aceitável isso seria na sociedade", diz.

"Essas duas coisas são muito menos assustadoras em Israel do que são no Brasil. Em Israel você provavelmente teria muito mais reconhecimento por ter tentado do que pelo fato de ter falhado. Se você falha, não fica com uma culpa. Assim reduzimos a barreira para start-ups começarem”, acrescenta (leia mais).

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