Delator aponta propina da Odebrecht no exterior

Uma nova delação premiada, a de Rafael Angulo Lopez, que seria o 'homem da mala' de Alberto Youssef, complica a situação da empreiteira Odebrecht, de Marcelo Odebrecht; segundo ele, a construtora baiana teria pago diversas propinas em contas no exterior; o mesmo procedimento teria sido adotado pela empreiteira OAS e pela empresa petroquímica Braskem, controlada pela Odebrecht; em nota, a Odebrecht afirma que "não fez nenhum tipo de pagamento ou depósito para quaisquer agentes públicos ou políticos para obter contratos junto à Petrobras"

Uma nova delação premiada, a de Rafael Angulo Lopez, que seria o 'homem da mala' de Alberto Youssef, complica a situação da empreiteira Odebrecht, de Marcelo Odebrecht; segundo ele, a construtora baiana teria pago diversas propinas em contas no exterior; o mesmo procedimento teria sido adotado pela empreiteira OAS e pela empresa petroquímica Braskem, controlada pela Odebrecht; em nota, a Odebrecht afirma que "não fez nenhum tipo de pagamento ou depósito para quaisquer agentes públicos ou políticos para obter contratos junto à Petrobras"
Uma nova delação premiada, a de Rafael Angulo Lopez, que seria o 'homem da mala' de Alberto Youssef, complica a situação da empreiteira Odebrecht, de Marcelo Odebrecht; segundo ele, a construtora baiana teria pago diversas propinas em contas no exterior; o mesmo procedimento teria sido adotado pela empreiteira OAS e pela empresa petroquímica Braskem, controlada pela Odebrecht; em nota, a Odebrecht afirma que "não fez nenhum tipo de pagamento ou depósito para quaisquer agentes públicos ou políticos para obter contratos junto à Petrobras" (Foto: Leonardo Attuch)

247 - Uma nova delação premiada, a de Rafael Angulo Lopez, que seria o "homem da mala" de Alberto Youssef, pode complicar sensivelmente a situação da Odebrecht, maior empreiteira do País, controlada por Marcelo Odebrecht.

Segundo ele, a construtora baiana, que tem mais de 100 mil empregados, pagaria propinas em contas no exterior, indicadas pelos beneficiários. Lopez diz que entregou dados dos beneficiários das comissões ilícitas ao diretor de relações institucionais da empresa, Alexandrino Alencar.

O mesmo procedimento, segundo Angulo Lopez, teria sido feito também pela petroquímica Braskem, controlada pela Odebrecht, e pela construtora OAS.

Em nota, a Odebrecht afirma que "não fez nenhum tipo de pagamento ou depósito para quaisquer agentes públicos ou políticos para obter contratos junto à Petrobras". Em outro trecho, a empresa "deplora ainda o vazamento ilegal e seletivo de informações falsas, o que impede o exercício pleno do direito de defesa". Alexandrino Alencar, por sua vez, disse estar à disposição das autoridades.

 

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