Delfim elogia propostas de Nelson Barbosa

Ex-ministro Antonio Delfim Neto defende a adesão do PT às medidas apresentadas pelo ministro Nelson Barbosa; “a essência do programa é a simultaneidade do ataque ao longo prazo (que estimulará a redução da taxa de juros real e antecipará a disposição de investir do setor privado) e o ataque ao curto prazo, fator coadjuvante para a estabilização da relação dívida bruta/ PIB e sua redução futura”, diz 

Ex-ministro Antonio Delfim Neto defende a adesão do PT às medidas apresentadas pelo ministro Nelson Barbosa; “a essência do programa é a simultaneidade do ataque ao longo prazo (que estimulará a redução da taxa de juros real e antecipará a disposição de investir do setor privado) e o ataque ao curto prazo, fator coadjuvante para a estabilização da relação dívida bruta/ PIB e sua redução futura”, diz 
Ex-ministro Antonio Delfim Neto defende a adesão do PT às medidas apresentadas pelo ministro Nelson Barbosa; “a essência do programa é a simultaneidade do ataque ao longo prazo (que estimulará a redução da taxa de juros real e antecipará a disposição de investir do setor privado) e o ataque ao curto prazo, fator coadjuvante para a estabilização da relação dívida bruta/ PIB e sua redução futura”, diz  (Foto: Roberta Namour)

247 – O ex-ministro Antonio Delfim Neto defende a adesão do PT às medidas apresentadas pelo ministro Nelson Barbosa.

“A essência do programa é a simultaneidade do ataque ao longo prazo (que estimulará a redução da taxa de juros real e antecipará a disposição de investir do setor privado) e o ataque ao curto prazo, fator coadjuvante para a estabilização da relação dívida bruta/ PIB e sua redução futura”, diz.

“O primeiro passo tem que ser, portanto, a plena adesão do partido da presidente ao programa”, acrescenta.

Segundo ele, “é preciso entender que o problema do governo não se resolve com dólares, mas com reais. Provavelmente a venda de reservas em dólares para fazer um fundo de investimento em reais, valorizará o real e eliminará o único sinal positivo de desenvolvimento, sem aumentar a demanda global” (leia aqui).

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