Depois da catástrofe, Meirelles vende esperança para o fim do ano

À frente da maior depressão econômica da história do Brasil, o ministro da Fazenda afirmou, nesta terça-feira, que Produto Interno Bruto (PIB) deverá exibir crescimento anualizado de 3,2 por cento no último trimestre de 2017, reflexo da retomada após dois anos de profunda recessão; depois do golpe contra a presidente Dilma Rousseff, a economia brasileira, guiada por Michel Temer e Henrique Meirelles, aprofundou a crise e encolheu mais do que o esperado no último trimestre de 2016, com forte retração dos investimentos, marcando a recessão mais longa do Brasil ao fechar o ano com queda de 3,6 por cento

ministro da Fazenda, Henrique Meirelles
ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (Foto: José Barbacena)

247 - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta terça-feira que o Produto Interno Bruto (PIB) deverá exibir crescimento anualizado de 3,2 por cento no último trimestre de 2017, reflexo da retomada após dois anos de profunda recessão.

Falando aos participantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o chamado Conselhão, Meirelles disse que o país já começa "claramente" a se recuperar.

Depois do golpe contra a presidente Dilma Rousseff, a economia brasileira, guiada por Michel Temer e Henrique Meirelles, aprofundou a crise e encolheu mais do que o esperado no último trimestre de 2016, com forte retração dos investimentos, marcando a recessão mais longa do Brasil ao fechar o ano com queda de 3,6 por cento.

Queda do PIB

Nesta terça-feira, o IBGE mostrou que os estragos na economia são profundos. O Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas produzidas no ano pelo país, registrou uma queda de 3,6% em relação a 2015, quando o PIB também recuou 3,8%.

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