Desemprego continuará alto em 2018, projetam analistas

Analistas de 11 das instituições que mais acertaram as estimativas para a economia brasileira durante 2017 no Boletim Focus, do Banco Central, avaliam que o País não irá retomar a gerar de empregos também em 2018; todos projetam que a taxa de desemprego ficará acima de dois dígitos; os mais conservadores, como o grupo Credit Suisse Hedging-Griffo, veem o desemprego na casa dos 12%; até o trimestre encerrado em novembro, a taxa de desemprego estava em 12%, segunda a Pnad Continua do IBGE; desde abril de 2015, cerca de 3 milhões de postos registrados foram perdidos

Analistas de 11 das instituições que mais acertaram as estimativas para a economia brasileira durante 2017 no Boletim Focus, do Banco Central, avaliam que o País não irá retomar a gerar de empregos também em 2018; todos projetam que a taxa de desemprego ficará acima de dois dígitos; os mais conservadores, como o grupo Credit Suisse Hedging-Griffo, veem o desemprego na casa dos 12%; até o trimestre encerrado em novembro, a taxa de desemprego estava em 12%, segunda a Pnad Continua do IBGE; desde abril de 2015, cerca de 3 milhões de postos registrados foram perdidos
Analistas de 11 das instituições que mais acertaram as estimativas para a economia brasileira durante 2017 no Boletim Focus, do Banco Central, avaliam que o País não irá retomar a gerar de empregos também em 2018; todos projetam que a taxa de desemprego ficará acima de dois dígitos; os mais conservadores, como o grupo Credit Suisse Hedging-Griffo, veem o desemprego na casa dos 12%; até o trimestre encerrado em novembro, a taxa de desemprego estava em 12%, segunda a Pnad Continua do IBGE; desde abril de 2015, cerca de 3 milhões de postos registrados foram perdidos (Foto: Aquiles Lins)

247 - Analistas de 11 das instituições que mais acertaram as estimativas para a economia brasileira durante 2017 no Boletim Focus, do Banco Central, avaliam que o País não irá retomar a gerar de empregos também em 2018. 

Todos projetam que a taxa de desemprego ficará acima de dois dígitos. Os mais conservadores, como o grupo Credit Suisse Hedging-Griffo, que administra um dos fundos mais rentáveis da história do país, veem o desemprego na casa dos 12%.

Os que têm uma posição mais otimista, como Rosenberg Associados, estimam uma leve melhora, com a taxa ficando pouco acima de 10%. O resultado ainda está muito distante do piso, que foi de 6,2% no último trimestre de 2013, quando o desemprego começou a aumentar.

Até o trimestre encerrado em novembro, a taxa de desemprego estava em 12%, segunda a Pnad Continua do IBGE. A população desocupada no país somava 12,6 milhões de pessoas, com um grande contingente de trabalhadores sem carteira : desde abril de 2015, cerca de 3 milhões de postos registrados foram perdidos.

Para Silvio Campos Neto, da consultoria Tendências, a própria dinâmica do mercado vai prolongar a recuperação do emprego e a taxa só voltará a um dígito no último trimestre de 2021.

"Para este ano, estimamos aumento de 2,4% na ocupação, o que dá 2,2 milhões de novos empregos (formais e informais). É uma boa geração de empregos. Mas a população economicamente ativa deverá crescer em 2 milhões de pessoas na nossa estimativa", diz.

As informações são da Folha de S. Paulo

 

 

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