Dilma encarta Levy no jogo de montar tripé econômico

Ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy entra em definitivo para a mão decisiva que joga a presidente Dilma Rousseff na escolha da nova equipe econômica; encartado ao lado do ex-secretário executivo Nelson Barbosa e do presidente do BC Alexandre Tombini, ele desponta forte, no momento da definição, após sondagem ao presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco; trinca de ases teria o compromisso de devolver a inflação à meta em dois anos, promover superávit fiscal e enxugar as contas públicas; equilibrar com suavidade a economia neste tripé; Fazenda pode ficar para Levy, Barbosa no Planejamento e Tombini seguir ultra fortalecido no Banco Central; continuidade com renovação; definição esperada para as próximas horas

Ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy entra em definitivo para a mão decisiva que joga a presidente Dilma Rousseff na escolha da nova equipe econômica; encartado ao lado do ex-secretário executivo Nelson Barbosa e do presidente do BC Alexandre Tombini, ele desponta forte, no momento da definição, após sondagem ao presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco; trinca de ases teria o compromisso de devolver a inflação à meta em dois anos, promover superávit fiscal e enxugar as contas públicas; equilibrar com suavidade a economia neste tripé; Fazenda pode ficar para Levy, Barbosa no Planejamento e Tombini seguir ultra fortalecido no Banco Central; continuidade com renovação; definição esperada para as próximas horas
Ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy entra em definitivo para a mão decisiva que joga a presidente Dilma Rousseff na escolha da nova equipe econômica; encartado ao lado do ex-secretário executivo Nelson Barbosa e do presidente do BC Alexandre Tombini, ele desponta forte, no momento da definição, após sondagem ao presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco; trinca de ases teria o compromisso de devolver a inflação à meta em dois anos, promover superávit fiscal e enxugar as contas públicas; equilibrar com suavidade a economia neste tripé; Fazenda pode ficar para Levy, Barbosa no Planejamento e Tombini seguir ultra fortalecido no Banco Central; continuidade com renovação; definição esperada para as próximas horas (Foto: Felipe L. Goncalves)

247 – A presidente Dilma Rousseff acaba de encartar o nome do ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy no jogo que pretende baixar ao País com a nomeação de uma nova equipe econômica. No momento final da escolha, ao longo da semana, a presidente intensificou contatos e solidificou a certeza de que o novo governo tem de equilibrar a política econômica sobre o tripé de inflação dentro da meta, superávit fiscal e ajuste de contas públicas. Para dar esse sinal ao mercado, a presidente estaria prestes a anunciar sua própria trinca: Levy, o ex-secretário executivo Nelson Barbosa e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. O desenho primeiro escolhido teria sido com Levy como ministro da Fazenda, Barbosa no Planejamento e Tombini ultra fortalecido no BC. Em outras formações, porém, mas com esses mesmos nomes, a presidente estaria segura de estar sinalizado na direção certa, voltando a criar um fato positivo. E forte o suficiente, espera-se no governo, para tirá-lo do córner em que foi colocado com as prisões e novas revelações da operação Lava-Jato

Levy foi da equipe de Antonio Palocci, na Fazenda. A gestão desperta elogios até mesmo nos adversários figadais do PSDB. Para os investidores, a alternativa é bastante aceitável. No momento, Levy trabalha na corretora de valores do Bradesco, a Bram, portanto em contato on line com o mercado financeiro. Um profissional respeitado, que entregou as contas do Tesouro em ordem ao sucessor.

Homem de confiança de Dilma, Nelson Barbosa se encarregaria do Ministério do Planejamento, uma área central para o corte de gastos públicos e, assim, a realização dos superávits exigidos por uma legião de críticos.

Alexandre Tombini, registre-se, tem, aos olhos de todo o mercado, conseguido resultados bastante elogiáveis no BC. Ele pilota com suavidade a elevação dos juros, um dado que não depende apenas de vontade política, mas de condições econômicas, e a briga com a inflação vem sendo travada com muita dignidade.

As tratativas para a montagem da equipe se aceleraram nas últimas horas, após reuniões da presidente Dilma Rousseff com o ex-presidente Lula. O presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Lázaro de Melo Brandão, foi consultado pela presidente, em reunião em Brasília, sobre a possibilidade de contar com Luiz Carlos Trabuco, presidente executivo do banco, no Ministério da Fazenda. Não houve confirmação sobre um convite a Trabuco, que tem se mantido absolutamente discreto sobre as notícias e comentários à volta de seu nome. A decisão de Dilma é aguarda para as próximas horas.

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