Dilma examina nomear dupla Tombini-Meirelles

Preferência por promoção de atual chefe do BC foi demonstrada na Austrália; presidente Dilma Rousseff fez questão de caminhar ao lado de Alexandre Tombini e o trouxe de volta no avião oficial; fator gradualismo na política econômica estaria contemplado; na presidência do BC, a surpresa pode ser a recondução, após quatro anos, de Henrique Meirelles; um técnico político que já demonstrou saber o que faz naquela posição; "essa equação que ainda não foi cogitada pela mídia e o mercado vem sendo examinada pela presidente", escreve a jornalista Tereza Cruvinel, colunista de 247; "Dilma se sentiria mais confortável com essa fórmula"

Preferência por promoção de atual chefe do BC foi demonstrada na Austrália; presidente Dilma Rousseff fez questão de caminhar ao lado de Alexandre Tombini e o trouxe de volta no avião oficial; fator gradualismo na política econômica estaria contemplado; na presidência do BC, a surpresa pode ser a recondução, após quatro anos, de Henrique Meirelles; um técnico político que já demonstrou saber o que faz naquela posição; "essa equação que ainda não foi cogitada pela mídia e o mercado vem sendo examinada pela presidente", escreve a jornalista Tereza Cruvinel, colunista de 247; "Dilma se sentiria mais confortável com essa fórmula"
Preferência por promoção de atual chefe do BC foi demonstrada na Austrália; presidente Dilma Rousseff fez questão de caminhar ao lado de Alexandre Tombini e o trouxe de volta no avião oficial; fator gradualismo na política econômica estaria contemplado; na presidência do BC, a surpresa pode ser a recondução, após quatro anos, de Henrique Meirelles; um técnico político que já demonstrou saber o que faz naquela posição; "essa equação que ainda não foi cogitada pela mídia e o mercado vem sendo examinada pela presidente", escreve a jornalista Tereza Cruvinel, colunista de 247; "Dilma se sentiria mais confortável com essa fórmula" (Foto: Ana Pupulin)

247 – O nome do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, está sendo examinado pela presidente Dilma Rousseff para o cargo de ministro da Fazenda. A presidente conversou longamente com seu auxiliar na volta da reunião do G20, na Austrália, no avião do governo brasileiro.

"Essa hipótese que não foi cogitada pela mídia e pelo mercado está sendo examinada pela presidente", escreve a jornalista Tereza Cruvinel, colunista de 247, em seu blog. "Essa fórmula deixaria a presidente mais confortável", assegurou uma fonte da profissional.

- Se nomear ministros da coalizão partidária agora, Dilma acabará tendo que fazer uma “faxina” depois que toda a água suja da Operação Lava Jato sopitar, engolindo mandatos e reputações. Mas deve anunciar ainda este ano a equipe econômica e uma equação, que ainda não foi cogitada pela mídia e o mercado, vem sendo examinada: Tombini iria para a Fazenda, e não Meirelles, que iria para o Banco Central - inicia Tereza Cruvinel.

Leia a íntegra aqui.

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