Dilma quer meta fiscal mais flexível para 2016

Presidente não pretende reduzir o superávit de 0,7% do PIB previsto para o ano que vem, mas teria pedido aos ministros da área econômica propostas para evitar que imprevistos obriguem o governo a mudar a meta ao longo do ano; projeções indicam que o déficit de 2015 pode chegar a até R$ 49 bilhões, próximo a 0,8% do PIB, mas expectativa é que feche mais próximo de 0,5% do PIB, sem incluir pagamentos de "pedaladas"

Presidenta Dilma Rousseff e os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Joaquim Levy (Fazenda), recebem o presidente da Anfavea, Luiz Moan Yabiku Junio, e dirigentes das empresas associadas (Jos� Cruz/Ag�ncia Brasil)
Presidenta Dilma Rousseff e os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Joaquim Levy (Fazenda), recebem o presidente da Anfavea, Luiz Moan Yabiku Junio, e dirigentes das empresas associadas (Jos� Cruz/Ag�ncia Brasil) (Foto: Roberta Namour)
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247 - A presidente Dilma Rousseff cobrou dos ministros da área econômica alterativas para que a meta fiscal de 2016 seja mais flexível, evitando que imprevistos obriguem o governo a mudar a meta ao longo do ano. Ela, no entanto, não pretende reduzir o superávit de 0,7% do PIB previsto para o ano que vem.

Projeções indicam que o déficit de 2015 pode chegar a até R$ 49 bilhões, próximo a 0,8% do PIB, mas expectativa é que feche mais próximo de 0,5% do PIB, sem incluir pagamentos de "pedaladas".

As mudanças de metas de superávit precisam ser sempre aprovadas pelo Congresso Nacional.

Leia aqui reportagem de Leandra Peres sobre o assunto.

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