Disparada do dólar volta a preocupar Dilma

Planalto deve fazer reunião nesta semana com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, para discutir o assunto; para o governo, o ideal era que a moeda americana ficasse em R$ 2,30

Planalto deve fazer reunião nesta semana com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, para discutir o assunto; para o governo, o ideal era que a moeda americana ficasse em R$ 2,30
Planalto deve fazer reunião nesta semana com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, para discutir o assunto; para o governo, o ideal era que a moeda americana ficasse em R$ 2,30 (Foto: Gisele Federicce)
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247 – A alta do dólar voltou a ser uma das principais preocupações da presidente Dilma Rousseff. Na avaliação do governo, o ideal seria que a moeda americana ficasse em R$ 2,30, patamar que não causaria grande impacto sobre preços, ao mesmo tempo em que ajudaria as exportações. De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo deste domingo, o assunto será discutido essa semana entre Dilma, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

Trata-se de um quadro que "preocupa", de acordo com um assessor ouvido pela Folha. O controle da moeda, porém, não depende apenas do Brasil, uma vez que reflete um movimento global. O receio é de que o avanço do dólar, caso continue, pode refletir na inflação, que está em tendência de queda depois de seguidas altas. Caso isso ocorra, o BC pode tomar medidas como deixar a taxa de juros mais alta em 2014, ano de eleições.

O Planalto acredita que tem feito tudo que está ao seu alcance para conter a disparada: o Banco Central tem atuado frequentemente nesse sentido. Na última sexta-feira, quando a moeda atingiu R$ 2,39, o BC atuou em dois momentos. Analistas do mercado têm destacado que a autoridade monetária não conseguirá reverter a tendência de alta sem atuar no mercado à vista. Na quinta-feira, no entanto, o BC afirmou em comunicado que "continuará com sua política de intervenções pontuais no mercado futuro de câmbio".

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