Dívida de 50 grandes empresas sobe 77%

Compromissos dessas 50 empresas era de R$ 842,6 bilhões em setembro; Petrobras, sozinha, responde por 48% do total; aumento foi de R$ 366,5 bilhões; aperto nas finanças resultou em demissões, venda de ativos e queda nos investimentos, ao passo que negociam com credores novas condições de financiamento; agência de risco Moody’s detectou uma piora na liquidez das empresas nos últimos dois anos, o que representa a capacidade de quitar a dívida de curto prazo; cenário é ruim com a desaceleração da China, que mantém as commodities em valores baixos

Compromissos dessas 50 empresas era de R$ 842,6 bilhões em setembro; Petrobras, sozinha, responde por 48% do total; aumento foi de R$ 366,5 bilhões; aperto nas finanças resultou em demissões, venda de ativos e queda nos investimentos, ao passo que negociam com credores novas condições de financiamento; agência de risco Moody’s detectou uma piora na liquidez das empresas nos últimos dois anos, o que representa a capacidade de quitar a dívida de curto prazo; cenário é ruim com a desaceleração da China, que mantém as commodities em valores baixos
Compromissos dessas 50 empresas era de R$ 842,6 bilhões em setembro; Petrobras, sozinha, responde por 48% do total; aumento foi de R$ 366,5 bilhões; aperto nas finanças resultou em demissões, venda de ativos e queda nos investimentos, ao passo que negociam com credores novas condições de financiamento; agência de risco Moody’s detectou uma piora na liquidez das empresas nos últimos dois anos, o que representa a capacidade de quitar a dívida de curto prazo; cenário é ruim com a desaceleração da China, que mantém as commodities em valores baixos (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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247 - O endividamento de 50 empresas brasileiras com ações negociadas na Bovespa cresceu 77% em dois anos, segundo levantamento de O Globo. O aumento foi de R$ 366,5 bilhões. O aperto nas finanças resultou em demissões, venda de ativos e queda nos investimentos, ao passo que negociam com bancos e credores novas condições de financiamento.

A dívida dessas 50 empresas juntas era de R$ 842,6 bilhões em setembro. A Petrobras, sozinha, responde por 48% do total.

Em muitos casos, destaca O Globo, também cresceu a alavancagem, que e a relação entre dívida e a geração de caixa nos últimos 12 meses. Na CSN, saltou de 5,5 para 11,5. Ou seja, com o caixa que gera, a siderúrgica levaria mais de 11 anos para quitar seus débitos. Sua dívida saltou 31% em dois anos, para R$ 26 bilhões.

Na Petrobras, a alavancagem foi de 3,3 para 5,3, segundo a Bloomberg, que deceu os dados para a compilação da pesquisa. Analistas consideram saudável para a empresa uma relação de 2,5.

A agência de risco Moody’s detectou uma piora na liquidez das empresas nos últimos dois anos, que significa a capacidade de quitar a dívida de curto prazo.

O mais precoupante, porém, é a desaceleração da China, que mantém as commodities em valores baixos. “Há uma aversão global a risco, enquanto o mercado de capitais e o bancário estão mais restritos. No limite, a situação pode levar a falências, recuperação judicial e calotes, declarou Marianna Waltz, diretora-gerente da Moody’s.

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