Dólar cai para R$ 4,87 e Ibovespa Futuro abre em alta

Atenções de investidores do Brasil ficam voltadas à decisão de juros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc). A expectativa é que a autoridade monetária mantenha a banda da taxa de juros entre 0% e 0,25% ao ano

(Foto: Reuters)
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Por InfoMoney - O Ibovespa Futuro abre em alta nesta quarta-feira (10) depois de um dia de correção na véspera, quando o índice à vista caiu 0,92%. Hoje as atenções ficam voltadas à decisão de juros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) dos Estados Unidos. A expectativa é que a autoridade monetária mantenha a banda da taxa de juros entre 0% e 0,25% ao ano com sinalização de que os juros seguirão baixos em 2021.

O dólar futuro para julho opera em queda de 0,68% a R$ 4,87.

Por aqui, foi divulgado o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio, que caiu 0,38%, deflação abaixo da expectativa mediana dos economistas compilada no consenso Bloomberg, que apontava por um recuo de 0,46%. Em abril, o IPCA caiu 0,31% ante março. Os números são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Já na comparação com maio do ano passado, a inflação subiu 1,88%. A projeção dos economistas era de uma alta a 1,79%, contra um avanço de 2,4% em abril na mesma base de comparação.

Às 09h07 (horário de Brasília) o contrato futuro do Ibovespa para junho tinha alta de 0,59% a 97.095 pontos. Vale lembrar que amanhã é feriado bancário e a B3 ficará fechada, o que pode levar investidores a zerarem posições perto do fechamento.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 sobe seis pontos-base a 3,18%, o DI para janeiro de 2023 tem alta de seis pontos-base a 4,27% e o DI para janeiro de 2025 avança cinco pontos-base a 5,82%.

Os investidores também repercutem as projeções da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para a economia global. A expectativa é de uma retração da economia global de 7,6% caso ocorra uma segunda onda da pandemia do novo coronavírus. Se não houver uma segunda onda, a contração é de 6%, mas com a recuperação a níveis pré-crise só no final de 2021.

No Brasil, o Ministério Público Eleitoral (MPE) se mostrou favorável ao uso das provas das investigações das fake news nas ações contra Jair Bolsonaro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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