Economista do Itaú já fala em década perdida

Segundo Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú, a crise trouxe a chance de corrigir problemas estruturais do país: “Não fazer nada é a pior alternativa e significaria outra década perdida”; ele ressalta a necessidade de o governo fazer ajuste da ordem de 3,5% do PIB nas suas contas ao longo dos próximos dois ou três anos e que, para recuperar o crescimento é preciso viabilizar a retomada do investimento

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) debate, em audiência pública, a economia brasileira, com ênfase nas perspectivas de crescimento sustentado para os próximos anos. Ilan Goldfajn,economistga-chefe do Itaú Unibanco.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) debate, em audiência pública, a economia brasileira, com ênfase nas perspectivas de crescimento sustentado para os próximos anos. Ilan Goldfajn,economistga-chefe do Itaú Unibanco. (Foto: Roberta Namour)
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247 – Para o economista-chefe do Itaú, Ilan Goldfajn, o Brasil está em um momento crucial: ‘a crise trouxe a chance de corrigir problemas estruturais do país. Não fazer nada é a pior alternativa e significaria outra década perdida’.

Em entrevista ao Valor, ele ressalta a necessidade de o governo fazer ajuste da ordem de 3,5% do PIB nas suas contas ao longo dos próximos dois ou três anos e que, para recuperar o crescimento é preciso viabilizar a retomada do investimento.

Ele destaca que as condições políticas estão mais difíceis para sair da crise: “Hoje a crise política e economia se realimentam. A economia fraca alimenta a crise política, que não permite a retomada da economia”, diz (leia mais).

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