Economistas defendem aumento do gasto público para combater a crise em tempos de coronavírus

Economistas que sempre foram favoráveis ao arrocho fiscal, defendem agora, em meio ao surto do coronavírus, que o mais importante é salvar vidas e que o caminho para isso é aumentar os gastos do governo

(Foto: REUTERS/Pilar Olivares)

247 - As receitas neoliberais e de arrocho fiscal caem temporariamente por terra no momento em que o país vive o surto da pandemia do coronavírus. Com o objetivo de socorrer pequenas empresas, trabalhadores que perderam renda e até os estados, economistas passaram a defender que chegou o momento de o Estado agir, abrindo mão das políticas de arrocho fiscal. 

O economista Marcos Lisboa, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda no primeiro mandato do governo Lula, e atual presidente do Insper, observa que a regra do teto de gastos não impede o governo de aumentar gastos em cenário de calamidade, como é o atual.

Outro defensor dos dogmas do arrocho fiscal, o ex-ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, é a favor do aumento de gastos na crise atual.

O mesmo ponto de vista é defendido pelo sociólogo José Pastore, especialista em relações de trabalho, que agora considera necessário liberar recursos de maneira irrestrita para a população passar este momento crítico. 

Leia a íntegra da reportagem de O Globo

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