Eletricitários anunciam greve contra a privatização da Eletrobras

O Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) convocou uma greve de 72 horas a partir da próxima segunda-feira (11), com o objetivo de frear a privatização da Eletrobras e a venda das Distribuidoras de energia do grupo; a Eletrobras representa 32% da capacidade instalada de geração de energia

O Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) convocou uma greve de 72 horas a partir da próxima segunda-feira (11), com o objetivo de frear a privatização da Eletrobras e a venda das Distribuidoras de energia do grupo; a Eletrobras representa 32% da capacidade instalada de geração de energia
O Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) convocou uma greve de 72 horas a partir da próxima segunda-feira (11), com o objetivo de frear a privatização da Eletrobras e a venda das Distribuidoras de energia do grupo; a Eletrobras representa 32% da capacidade instalada de geração de energia (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) convocou uma greve de 72 horas a partir da próxima segunda-feira (11), com o objetivo de frear a privatização da Eletrobras e a venda das Distribuidoras de energia do grupo. Manifestações ocorrem em nível nacional.

Devem parar todos os funcionários de todas as empresas de geração, transmissão e distribuição de energia: Furnas, Chesf, Eletrosul, Eletronorte, Eletrobras e o Centro de Pesquisa de Energia Elétrica (Cepel), além das distribuidoras dos estados do Piauí, Rondônia, Roraima, Acre, Alagoas  e Amazonas.

Os Eletricitários garantem que os serviços essenciais serão mantidos, sem prejuízo aos usuários, e caso aconteça alguma ocorrência no sistema, os sindicatos acionarão as equipes de manutenção e urgência.

A Eletrobras representa 32% da capacidade instalada de geração de energia, atua na distribuição em seis estados das regiões Norte e Nordeste e é responsável por 47% das linhas de transmissão de energia do país. Tem usinas de vários tipos de energia, como eólica, nuclear, solar e termonuclear, mas as que se destacam são as hidrelétricas.

Atualmente, o governo federal detém 63% do capital total da empresa, sendo 51% da União e outros 12% do BNDESPar.

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