Em meio ao caos, Temer entrega retomada da economia a Deus

Responsável pelo crise gerada pela greve dos caminhoneiros e por deixar mais de 13 milhões de brasileiros desempregados, Michel Temer pediu ajuda divina para reaquecer a economia; "Vamos fechar o ano com mais crescimento econômico. Convenhamos, nós pegamos o país com o PIB de menos 3,6. Logo no primeiro ano, tivemos um positivo de 1,1 e neste ano, se Deus quiser, estaremos entre 2% e 2,5%", disse 

Presidente Michel Temer 21/12/2017 REUTERS/Adriano Machado
Presidente Michel Temer 21/12/2017 REUTERS/Adriano Machado (Foto: Paulo Emílio)
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Reuters - O presidente Michel Temer afirmou nesta terça-feira que o Brasil vai fechar o ano com crescimento de 2 a 2,5 por cento, reconhecendo que o Produto Interno Bruto (PIB) pode ficar abaixo da previsão oficial da equipe econômica de 2,5 por cento.

"Nós vamos fechar o ano com mais crescimento econômico. Convenhamos, nós pegamos o país com o PIB de menos 3,6. Logo no primeiro ano, tivemos um positivo de 1,1 e neste ano, se Deus quiser, estaremos entre 2 e 2,5 por cento", disse Temer em discurso na abertura do Fórum de Investimentos Brasil 2018.

Na véspera, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, havia reafirmado que a projeção de expansão do PIB deste ano estava mantida em 2,5 por cento, mesmo com impacto da greve dos caminhoneiros na atividade.

Reportagem de Laís Martins

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