Emprego na indústria fica estável em novembro

Comparação é com outubro de 2012, quando o emprego no setor havia mostrado alta de 0,4% em relação ao mês anterior, de acordo com dados do IBGE

Emprego na indústria fica estável em novembro
Emprego na indústria fica estável em novembro
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O total de pessoas ocupadas na indústria ficou estável de outubro para novembro de 2012. Em outubro, o emprego na indústria havia mostrado alta de 0,4% em relação ao mês anterior. O dado foi divulgado nesta sexta-feira 11 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com novembro do ano passado, no entanto, o emprego na indústria teve queda de 1%. O principal impacto negativo para o indicador veio da Região Nordeste, que apresentou uma redução de 4% no total do pessoal ocupado. Também houve quedas nos estados do Rio Grande do Sul (-3,6%), de Pernambuco (-6,7%), do Rio de Janeiro (-2,7%) e de São Paulo (-0,3%).

Em dez das 18 atividades industriais pesquisadas, houve recuo no pessoal ocupado, em novembro de 2012, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Os principais impactos para a queda de 1% no emprego industrial vieram dos setores de vestuário (-9,9%), têxtil (-6,9%), meios de transporte (-3,7%), calçados e couro (-5,6%) e outros produtos da indústria de transformação (-3,8%).

O estado do Paraná serviu como um contrapeso para o mercado de trabalho na indústria nacional, ao apresentar um aumento de 1,1% no emprego industrial. Entre as atividades industriais, o destaque é o segmento de alimentos e bebidas, em que os empregos aumentaram 5%.

No acumulado de 2012 e no de 12 meses, o total do pessoal ocupado na indústria caiu 1,4% e 1,3%, respectivamente.

A pesquisa do IBGE também analisou a folha de pagamento real. Houve crescimentos em todos os tipos de comparação: novembro ante outubro (7,8%), novembro de 2012 ante novembro de 2011 (10,3%), acumulado de 2012 ante o mesmo período do ano anterior (3,9%) e acumulado dos 12 meses ante o mesmo período anterior (3,8%).

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

WhatsApp Facebook Twitter Email