Estados também fizeram manobras fiscais em 2014

Governadores do Rio de Janeiro, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Amazonas e Paraná recorreram a manobras para fechar as contas de 2014, a exemplo do governo federal, deixando gastos para o ano seguinte; nenhum deles, no entanto, foi reprovado nos Tribunais de Contas estaduais 

Brasília- DF 30-07-2015 Foto Lula Marques/Agência PT Presidenta Dilma reunida com governadores no palácio da Alvorada.
Brasília- DF 30-07-2015 Foto Lula Marques/Agência PT Presidenta Dilma reunida com governadores no palácio da Alvorada. (Foto: Roberta Namour)
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247 - Assim como o governo federal, governadores recorreram às chamadas “pedaladas fiscais” para fechar as contas de 2014. Eles, no entanto, não tiveram suas contas reprovadas nos Tribunais de Contas estaduais.

Na Bahia, o governo de Jaques Wagner (PT), hoje chefe da Casa Civil de Dilma, deixou para o próximo ano gastos referentes a pagamentos de terceirizados, no valor total de R$ 228,3 milhões.

No Amazonas, o governo de José Melo (Pros) aprovou uma lei retroativa no final do ano que permitiu gastar dinheiro de fundos voltados para o turismo e microempresas com o item "administração".

Em Goiás, o Ministério Público de Contas acusou o governador Marconi Perillo (PSDB) de adotar no ano passado o empréstimo de dinheiro público para pagar despesas do dia a dia do governo.

No Distrito Federal, o ex-governador Agnelo Queiroz (PT) contratou despesas deixando parcelas para serem pagas em 2015 sem caixa.

No Paraná, o governo Beto Richa (PSDB) também mudou a meta do Orçamento de 2014 para a déficit.

Leia aqui reportagem de Felipe Bachtold e João Pedro Pitombo sobre o assunto.

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