Fazenda quer cortar desonerações da folha de empresas

De janeiro a maio, a perda de receitas com as desonerações da folha foi de R$ 6,05 bilhões e, para todo o ano, serão mais de R$ 15 bilhões em renúncia de arrecadação; no ano passado, o então ministro da Fazenda, Joaquim Levy, enviou ao Congresso uma medida que aumentava as alíquotas da contribuição previdenciária de 1% a 2% para até 4,5%; a medida foi parcialmente aprovada

De janeiro a maio, a perda de receitas com as desonerações da folha foi de R$ 6,05 bilhões e, para todo o ano, serão mais de R$ 15 bilhões em renúncia de arrecadação; no ano passado, o então ministro da Fazenda, Joaquim Levy, enviou ao Congresso uma medida que aumentava as alíquotas da contribuição previdenciária de 1% a 2% para até 4,5%; a medida foi parcialmente aprovada
De janeiro a maio, a perda de receitas com as desonerações da folha foi de R$ 6,05 bilhões e, para todo o ano, serão mais de R$ 15 bilhões em renúncia de arrecadação; no ano passado, o então ministro da Fazenda, Joaquim Levy, enviou ao Congresso uma medida que aumentava as alíquotas da contribuição previdenciária de 1% a 2% para até 4,5%; a medida foi parcialmente aprovada (Foto: Roberta Namour)

247 – Ministério da Fazenda, de Henrique Meirelles, estuda a extinção ou corte substancial das desonerações da folha de salários das empresas.

A medida faz parte de um pacote de cortes de gastos para viabilizar meta de déficit fiscal para 2017 inferior aos R$ 170,5 bilhões deste ano.

De janeiro a maio, a perda de receitas com as desonerações da folha foi de R$ 6,05 bilhões e, para todo o ano, serão mais de R$ 15 bilhões em renúncia de arrecadação.

No ano passado, o então ministro da Fazenda, Joaquim Levy, enviou ao Congresso uma medida que aumentava as alíquotas da contribuição previdenciária de 1% a 2% para até 4,5%. A medida foi parcialmente aprovada.

Leia aqui reportagem de Claudia Safatle sobre o assunto.

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