Fernando Brito explica o fiasco do emprego na era Temer-Meirelles

"Mesmo com a redução dos direitos trabalhistas, o mercado não contrata e não contrata porque sabe que o país não tem uma política econômica de incremento da atividade da economia", diz o editor do Tijolaço

temer meirelles
temer meirelles (Foto: Leonardo Attuch)
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Por Fernando Brito, editor do Tijolaço Não houve nenhuma adivinhação por parte dos economistas e analistas econômicos que diziam não haver consistência no foguetório que se soltava pela retomada econômica.

Claro que houve avanços pontuais, sobretudo pela queda da taxa de juros atuando sobre o consumo, mas isso, sabe-se faz tempo, não é suficiente para alavancar a atividade econômica de maneira sólida.

Os dados divulgado pelo IBGE, hoje, mostrando uma nova elevação do desemprego e, sobretudo, que as carteiras assinadas minguaram ao menor nível nos últimos seis anos é a prova disso.

Mesmo com a redução dos direitos trabalhistas, o mercado não contrata e não contrata porque sabe que o país não tem uma política econômica de incremento da atividade da economia.

Sem investimento público – uma expressão que provoca horror na turma do Henrique Meirelles – não haverá retomada para o pais.

E a tirma do Judiciário, firme e forte nos seus penduricalhos, está cuidando de por uma pedra diante de quem poderia fazer o Brasil recuperar-se.

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