Gaspari contesta pressão da Sete Brasil por crédito

Colunista Elio Gaspari contesta a pressão da Sete Brasil, contratada pela Petrobras para produzir sondas para o pré-sal, para receber financiamentos públicos; "O argumento segundo o qual a investigação das petrorroubalheiras pode parar obras, gerando desemprego, é chantagem. Em alguns casos as empresas já estavam quebradas, em outras não haverá jeito. Botar dinheiro nelas é remunerar o ilícito", diz ele

Colunista Elio Gaspari contesta a pressão da Sete Brasil, contratada pela Petrobras para produzir sondas para o pré-sal, para receber financiamentos públicos; "O argumento segundo o qual a investigação das petrorroubalheiras pode parar obras, gerando desemprego, é chantagem. Em alguns casos as empresas já estavam quebradas, em outras não haverá jeito. Botar dinheiro nelas é remunerar o ilícito", diz ele
Colunista Elio Gaspari contesta a pressão da Sete Brasil, contratada pela Petrobras para produzir sondas para o pré-sal, para receber financiamentos públicos; "O argumento segundo o qual a investigação das petrorroubalheiras pode parar obras, gerando desemprego, é chantagem. Em alguns casos as empresas já estavam quebradas, em outras não haverá jeito. Botar dinheiro nelas é remunerar o ilícito", diz ele (Foto: Ana Pupulin)
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247 - No artigo A chantagem da petrorroubalheira, o jornalista Elio Gaspari contesta a pressão da empresa Sete Brasil, contratada pela Petrobras para produzir sondas para o pré-sal, por créditos públicos.

Segundo Gaspari, há "uma chantagem das grandes empresas: se a limpeza avançar, cria-se o risco de 'parar o país'. Já há milhares de demissões e greves em estaleiros na Bahia e no Rio."

Gaspari contesta a tese. "O argumento segundo o qual a investigação das petrorroubalheiras pode parar obras, gerando desemprego, é chantagem. Em alguns casos as empresas já estavam quebradas, em outras não haverá jeito. Botar dinheiro nelas é remunerar o ilícito."

"Em vez de tirar dinheiro do Fundo de Marinha Mercante para financiar estaleiros virtuais, depenam-se os ladrões (pessoas físicas e jurídicas) para evitar que eles depenem os trabalhadores", completa.

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