Gastos atípicos no DPVAT serão investigados pelo TCU

O subprocurador-geral do Ministério Público Federal (MPF), Lucas Rocha Furtado, pediu abertura de investigações sobre possíveis despesas irregulares na administração do seguro DPVAT. O pedido toma como base as contas da seguradora Líder, consórcio que gere o seguro obrigatório para as vítimas de acidentes de trânsito no país

(Foto: Romulo Faro)
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247 - O subprocurador-geral do Ministério Público Federal (MPF), Lucas Rocha Furtado, pediu abertura de investigações sobre possíveis despesas irregulares na administração do seguro DPVAT. O pedido toma como base as contas da seguradora Líder, consórcio que gere o seguro obrigatório para as vítimas de acidentes de trânsito no país.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "Furtado argumenta que a auditoria identificou 'extensa lista de inconsistências financeiras e administrativas, muitas das quais implicando despesas aparentemente excessivas e/ou irregulares, com possível impacto no valor cobrado pelo seguro'."

A matéria ainda acrescenta que "a auditoria questiona gastos de cerca de R$ 1 bilhão, entre despesas sem comprovação, concentração de sinistros em pequeno número de médicos, gastos excessivos com advogados e até compra de garrafas de vinho e de um veículo usado pela esposa de ex-diretor da empresa."

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