Globo: bonança de Dilma criou 5,4 milhões de vagas. O golpe destruiu 3 milhões

Em nota publicada nesta segunda-feira 1, o jornal O Globo reconhece como o governo da presidente deposta Dilma Rousseff foi um "período de bonança", muito positivo para o mercado de trabalho, com a geração de 5,4 milhões vagas com carteira assinada; os últimos três anos, no entanto, de preparação do golpe e execução da política de Temer e Meirelles foram desastrosos, com o corte de 3 milhões de vagas; para piorar, praticamente todas as vagas criadas no Rio foram eliminadas

Em nota publicada nesta segunda-feira 1, o jornal O Globo reconhece como o governo da presidente deposta Dilma Rousseff foi um "período de bonança", muito positivo para o mercado de trabalho, com a geração de 5,4 milhões vagas com carteira assinada; os últimos três anos, no entanto, de preparação do golpe e execução da política de Temer e Meirelles foram desastrosos, com o corte de 3 milhões de vagas; para piorar, praticamente todas as vagas criadas no Rio foram eliminadas
Em nota publicada nesta segunda-feira 1, o jornal O Globo reconhece como o governo da presidente deposta Dilma Rousseff foi um "período de bonança", muito positivo para o mercado de trabalho, com a geração de 5,4 milhões vagas com carteira assinada; os últimos três anos, no entanto, de preparação do golpe e execução da política de Temer e Meirelles foram desastrosos, com o corte de 3 milhões de vagas; para piorar, praticamente todas as vagas criadas no Rio foram eliminadas (Foto: Leonardo Attuch)
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247 – Em nota publicada nesta segunda-feira 1, na coluna do jornalista Ancelmo Gois, o jornal O Globo, peça decisiva no golpe de 2016, reconhece como o governo da presidente deposta Dilma Rousseff foi um "período de bonança", muito positivo para o mercado de trabalho, com a geração de 5,4 milhões vagas com carteira assinada, referentes ao período entre 2010 e 2014.

Depois disso, Dilma não mais governou. Em 2015, ela foi sabotada pela aliança formada por Eduardo Cunha, condenado a 15 anos de prisão, Michel Temer, denunciado por corrupção e comando de organização criminosa, e Aécio Neves, líder do golpe, com a política do "quanto pior, melhor", que criou as condições para a derrubada de Dilma.

O resultado é que os últimos três anos, de preparação do golpe e execução da política de Temer e Meirelles foram desastrosos, com o corte de 3 milhões de vagas. Para piorar, praticamente todas as vagas criadas no Rio foram eliminadas.

Confira, abaixo, as notas de Ancelmo:

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O furacão desemprego

Entre 2010 e 2014, o país teve um superávit de 5.454.632 empregos com carteira assinada. Mas, com a chegada da crise, o Brasil perdeu, só entre 2015 e 2016, quase três milhões de empregos. (1.625.551, em 2015, e 1.371.363, em 2016). Este ano, o mercado de trabalho se recuperou timidamente. Até novembro, temos um superávit de 205.111 novos empregos com carteira assinada. Amém.

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Segue...

No estado do Rio, no período de bonança entre 2010 e 2014, foram criados 570 mil empregos formais. Em 2015 e 2016, sumiram 420 mil empregos. Em 2017, veja só, a situação melhorou um pouquinho, mas o Rio continua, até novembro, com um déficit de 85 mil vagas. O levantamento é do IDados com base no Caged.

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