Golpe cria desemprego estrutural no País

O tempo para se conseguir um emprego novo nunca foi tão alto; esse é o resultado de dois anos de golpe e de ausência de política econômica voltada para o trabalhador; os efeitos do triunvirato golpista Temer/Cunha/Aécio adentraram a esfera do desemprego estrutural; segundo a consultoria Idados, apenas 46% dos trabalhadores que perderam o emprego conseguiram recolocação no ano passado; há ainda um sentimento de desalento que faz com que a fila de 13 milhões de desempregados fique estagnada e/ou tenda a crescer ainda mais

O tempo para se conseguir um emprego novo nunca foi tão alto; esse é o resultado de dois anos de golpe e de ausência de política econômica voltada para o trabalhador; os efeitos do triunvirato golpista Temer/Cunha/Aécio adentraram a esfera do desemprego estrutural; segundo a consultoria Idados, apenas 46% dos trabalhadores que perderam o emprego conseguiram recolocação no ano passado; há ainda um sentimento de desalento que faz com que a fila de 13 milhões de desempregados fique estagnada e/ou tenda a crescer ainda mais
O tempo para se conseguir um emprego novo nunca foi tão alto; esse é o resultado de dois anos de golpe e de ausência de política econômica voltada para o trabalhador; os efeitos do triunvirato golpista Temer/Cunha/Aécio adentraram a esfera do desemprego estrutural; segundo a consultoria Idados, apenas 46% dos trabalhadores que perderam o emprego conseguiram recolocação no ano passado; há ainda um sentimento de desalento que faz com que a fila de 13 milhões de desempregados fique estagnada e/ou tenda a crescer ainda mais (Foto: Gustavo Conde)
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247 – O tempo para se conseguir um emprego novo nunca foi tão alto. Esse é o resultado de 2 anos de golpe e de ausência de política econômica. Os efeitos do impeachment sem crime ultrapassam o crescimento da percepção de ausência de democracia: eles adentram a esfera do emprego estrutural.  

Segundo dados da consultoria Idados, apenas 46% dos trabalhadores que perderam o emprego conseguiram recolocação no ano passado. Há, ainda segundo a consultoria, um sentimento de desalento que faz com que a fila de 13 milhões de desempregados fique estagnada e/ou tenda a crescer ainda mais.

“A economia voltou a crescer em 2017, mas, para a maioria dos brasileiros que perderam o emprego há mais de um ano, a crise ainda não passou. Segundo levantamento da consultoria IDados, apenas 46% dos trabalhadores que estavam em busca de uma vaga no fim de 2016 haviam conseguido ocupação no fim do ano passado. Desses, mais da metade foram para postos informais: sem carteira ou por conta própria. Já entre a maioria de 54% que não conseguiu emprego, cerca de um terço parou de procurar — parte por desalento. Para especialistas, os dados mostram que o país ainda demorará para diminuir a fila de quase 13 milhões de pessoas sem trabalho, 12,6% segundo a taxa de fevereiro.


Os dados compilados pela consultoria são baseados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnadc), do IBGE. Algumas informações do estudo foram antecipadas pela coluna de Ancelmo Góis, no GLOBO. Os pesquisadores compararam as amostras do fim de 2016 e do fim de 2017. Assim, foi possível verificar como se comportou a variação percentual de cada grupo de trabalhadores acompanhado pelo IBGE. O levantamento não calcula números absolutos porque as amostras não são exatamente as mesmas — cada domicílio é entrevistado cinco vezes ao longo de três meses”.

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