Golpe deixou 24% da força de trabalho sem emprego

O golpe continua a criar desempregados; Pesquisa do IBGE mostra desocupação de 24,1% da força de trabalho contra 22,6% no trimestre anterior; Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada nesta quinta-feira, 18, pelo IBGE mostra que faltava trabalho para 26,5 milhões de pessoas no País no primeiro trimestre; no quarto trimestre de 2016, eram 24,3 milhões nessa condição

O golpe continua a criar desempregados; Pesquisa do IBGE mostra desocupação de 24,1% da força de trabalho contra 22,6% no trimestre anterior; Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada nesta quinta-feira, 18, pelo IBGE mostra que faltava trabalho para 26,5 milhões de pessoas no País no primeiro trimestre; no quarto trimestre de 2016, eram 24,3 milhões nessa condição
O golpe continua a criar desempregados; Pesquisa do IBGE mostra desocupação de 24,1% da força de trabalho contra 22,6% no trimestre anterior; Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada nesta quinta-feira, 18, pelo IBGE mostra que faltava trabalho para 26,5 milhões de pessoas no País no primeiro trimestre; no quarto trimestre de 2016, eram 24,3 milhões nessa condição (Foto: Charles Nisz)

247 - O golpe continua a criar desempregados. Segundo levantamento do IBGE, 24,1% da força de trabalho brasileira estava desocupada ou subutilizada. O índice supera o registrado no quarto trimestre do ano passado (22,5%) e ao que foi observado de janeiro a março de 2016 (20,9%).  A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada nesta quinta-feira, 18, pelo IBGE mostra que faltava trabalho para 26,5 milhões de pessoas no País no primeiro trimestre. No quarto trimestre de 2016, eram 24,3 milhões nessa condição.

Significa dizer que, em apenas um trimestre, mais outras 2,2 milhões de pessoas ficaram sem ocupação. O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego mas estariam disponíveis para trabalhar. 

A taxa de desocupação, que ficou em 13,7% no primeiro trimestre, subiu em todas as grandes regiões em relação ao quarto trimestre de 2016: na região Norte (de 12,7% para 14,2%), Nordeste (de 14,4% para 16,3%), Sudeste (de 12,3% para 14,2%), Sul (de 7,7% para 9,3%) e Centro-Oeste (de 10,9% para 12,0%). A Região Nordeste permanece registrando a maior taxa de desocupação dentre todas as regiões.

A taxa de desocupação de 13,7% teve uma elevação de 1,7 ponto porcentual em comparação com o quarto trimestre de 2016 (12,0%) e alta de 2,8 pontos porcentuais frente ao primeiro trimestre de 2016 (10,9%). A taxa de desocupação no estado de São Paulo ficou em 14,2% no primeiro trimestre. Em igual período do ano anterior, a taxa de desemprego em São Paulo estava em 12,0%. No quarto trimestre de 2016, o resultado foi de 12,4%.

A taxa de desocupação dos jovens de 18 a 24 anos de idade, 28,8%, continuou a apresentar patamar superior ao estimado para a taxa média total. Este comportamento foi verificado tanto para o Brasil, quanto para cada uma das cinco Grandes Regiões, onde a taxa oscilou entre 19,1% no Sul e 32,9% no Nordeste. Já nos grupos de pessoas de 25 a 39 e de 40 a 59 anos de idade, este indicador foi de 12,8% e 7,9%, respectivamente.

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