Governo “do ajuste” abriu mão de R$ 50 bi dos Estados

Os Estados deixarão de pagar cerca de R$ 50 bilhões ao governo federal até 2018 por conta da renegociação de suas dívidas, segundo informou nesta segunda-feira (20) o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles; de acordo com ele, R$ 20 bilhões deixam de ser pagos só em 2016, valor que já estaria incluído no déficit de R$ 170,5 bilhões para este ano; o valor da renúncia diminui a partir de 2017, quando os estados voltam a fazer pagamentos - mas em parcelas com desconto; para o ano que vem, e para 2018, segundo Meirelles, o governo federal deixa de receber R$ 15 bilhões;

Os Estados deixarão de pagar cerca de R$ 50 bilhões ao governo federal até 2018 por conta da renegociação de suas dívidas, segundo informou nesta segunda-feira (20) o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles; de acordo com ele, R$ 20 bilhões deixam de ser pagos só em 2016, valor que já estaria incluído no déficit de R$ 170,5 bilhões para este ano; o valor da renúncia diminui a partir de 2017, quando os estados voltam a fazer pagamentos - mas em parcelas com desconto; para o ano que vem, e para 2018, segundo Meirelles, o governo federal deixa de receber R$ 15 bilhões;
Os Estados deixarão de pagar cerca de R$ 50 bilhões ao governo federal até 2018 por conta da renegociação de suas dívidas, segundo informou nesta segunda-feira (20) o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles; de acordo com ele, R$ 20 bilhões deixam de ser pagos só em 2016, valor que já estaria incluído no déficit de R$ 170,5 bilhões para este ano; o valor da renúncia diminui a partir de 2017, quando os estados voltam a fazer pagamentos - mas em parcelas com desconto; para o ano que vem, e para 2018, segundo Meirelles, o governo federal deixa de receber R$ 15 bilhões; (Foto: Valter Lima)

BRASÍLIA (Reuters) - A carência de seis meses dada aos Estados para o pagamento de suas dívidas junto à União terá um custo de 20 bilhões de reais em 2016, disse nesta segunda-feira o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Em coletiva de imprensa, ele acrescentou que o impacto da renegociação da dívida, que prevê ainda descontos regressivos nas parcelas a partir de janeiro por outros 18 meses, terá um impacto de 15 bilhões de reais em 2017, e de igual valor em 2018.

(Por Marcela Ayres)

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