Governo quer reduzir renúncia fiscal em um terço até o fim da gestão

A equipe econômica do governo Jair Bolsonaro trabalha num plano de corte de renúncias fiscais para diminuir os subsídios em mais de um terço do montante atual no mandato do presidente; a intenção é cortar o equivalente a 1,5% do PIB até o fim de 2022, o que representa R$ 102 bilhões em valores atuais

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247 - A equipe econômica do governo Jair Bolsonaro trabalha num plano de corte de renúncias fiscais para reduzir os subsídios em mais de um terço do montante atual no mandato do presidente Jair Bolsonaro. A intenção é cortar o equivalente a 1,5% do PIB até o fim de 2022, o que representa R$ 102 bilhões em valores atuais. Em 2018, o governo Michel Temer abriu mão de R$ 292,8 bilhões em receitas, ou 4,3% do PIB.

Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, fontes da área econômica evitam dizer publicamente quais renúncias entrariam primeiro na mira do governo para não antecipar resistências de parlamentares do Congresso Nacional, endereço sensível ao lobby de setores interessados nos benefícios.

A redução dos subsídios será uma missão difícil. Na semana passada, por exemplo, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu estender benefícios a empresas que compram insumos da Zona Franca de Manaus. A medida tem impacto de pelo menos R$ 16 bilhões por ano aos cofres públicos.

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