Graça questionou cálculo de perdas com corrupção

Então presidente da Petrobras, Graça Foster disse em reunião do Conselho em dezembro de 2014, que valores reais do esquema da Lava Jato só serão conhecidos daqui ‘três, cinco, dez anos’, “quando isso tudo for julgado e sair o valor dessa operação toda”, disse; “Não há a menor perspectiva racional de ter esse número exato. Não há”; sob o comando de Aldemir Bendine, a Petrobras divulgou em abril o balanço do terceiro trimestre de 2014, com estimativa de perda de R$ 6,194 bilhões em razão da corrupção entre os anos de 2004 e 2012

Então presidente da Petrobras, Graça Foster disse em reunião do Conselho em dezembro de 2014, que valores reais do esquema da Lava Jato só serão conhecidos daqui ‘três, cinco, dez anos’, “quando isso tudo for julgado e sair o valor dessa operação toda”, disse; “Não há a menor perspectiva racional de ter esse número exato. Não há”; sob o comando de Aldemir Bendine, a Petrobras divulgou em abril o balanço do terceiro trimestre de 2014, com estimativa de perda de R$ 6,194 bilhões em razão da corrupção entre os anos de 2004 e 2012
Então presidente da Petrobras, Graça Foster disse em reunião do Conselho em dezembro de 2014, que valores reais do esquema da Lava Jato só serão conhecidos daqui ‘três, cinco, dez anos’, “quando isso tudo for julgado e sair o valor dessa operação toda”, disse; “Não há a menor perspectiva racional de ter esse número exato. Não há”; sob o comando de Aldemir Bendine, a Petrobras divulgou em abril o balanço do terceiro trimestre de 2014, com estimativa de perda de R$ 6,194 bilhões em razão da corrupção entre os anos de 2004 e 2012 (Foto: Roberta Namour)
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247 – Em reunião do Conselho de Administração da Petrobras ocorrida no dia 12 de dezembro de 2014, a então presidente da estatal, Graça Foster, questionou o cálculo das perdas com corrupção decorrentes da Operação Lava Jato no balanço da companhia.

“Essa de dizer que eu só posso mostrar para o mercado a certeza absoluta dessa questão da Operação Lava Jato é uma inverdade, porque jamais acontecerá. Só daqui a três, cinco ou dez anos. Quando isso tudo for julgado e sair o valor dessa operação toda”, disse Graça. “Não há a menor perspectiva racional de ter esse número exato. Não há”, completou.

Hoje sob o comando de Aldemir Bendine, a Petrobras divulgou em abril o balanço do terceiro trimestre de 2014, com estimativa de perda de R$ 6,194 bilhões em razão da corrupção entre os anos de 2004 e 2012.

Leia aqui reportagem do ‘Estado de S. Paulo’ sobre o assunto.

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