Guedes defende valor de R$ 200 para auxílio emergencial, proposto pelo governo

Ministro da Economia, Paulo Guedes culpa a decisão do Congresso por um auxílio de R$ 600 pela retirada do auxílio emergencial em dezembro deste ano

Paulo Guedes
Paulo Guedes (Foto: Alan Santos/PR)
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247 - O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a defender a proposta inicial do governo de Jair Bolsonaro de um auxílio emergencial de apenas R$ 200 mensais. Segundo ele, com esse valor, teria sido possível estender a duração do auxílio por um ano.

Assim, Guedes culpa a decisão do Congresso por um auxílio de R$ 600, cujo governo federal colheu os dividendos políticos do valor, pela retirada do auxílio emergencial em dezembro deste ano, apesar da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus.

Em videoconferência promovida pela Empiricus, o ministro disse que não haverá prorrogação do auxílio emergencial para 2021. Vale lembrar que neste final de ano o valor de R$ 600 mensais foi reduzido para parcelas de R$ 300.

Ignorando as denúncias de profissionais e especialistas da saúde que aponta para uma nova explosão de casos de Covid-19 no Brasil nestas últimas semanas, Guedes disse que a pandemia está cedendo no país e a atividade econômica está voltando.

“Os fatos são que a doença cedeu bastante e a economia voltou com muita força. Então, do ponto de vista do governo, não existe a prorrogação do auxílio emergencial”, afirmou.

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