IBGE: dos 13 milhões de desempregados no Brasil, 63,7% são negros

Dados da PNAD, divulgados nesta sexta-feira, 17, pelo IBGE, apontam que 8,3 milhões dos 13 milhões de desempregados no Brasil no terceiro trimestre eram pretos ou pardos; número corresponde a 63,7% da massa de pessoas sem emprego no país; taxa de desemprego entre esta parcela da população chegou a 14,6%, contra 9,9% dos trabalhadores brancos; além disso, a proporção de pretos e pardos com carteira assinada é inferior a dos brancos (71,3% contra 75,3%)

Dados da PNAD, divulgados nesta sexta-feira, 17, pelo IBGE, apontam que 8,3 milhões dos 13 milhões de desempregados no Brasil no terceiro trimestre eram pretos ou pardos; número corresponde a 63,7% da massa de pessoas sem emprego no país; taxa de desemprego entre esta parcela da população chegou a 14,6%, contra 9,9% dos trabalhadores brancos; além disso, a proporção de pretos e pardos com carteira assinada é inferior a dos brancos (71,3% contra 75,3%)
Dados da PNAD, divulgados nesta sexta-feira, 17, pelo IBGE, apontam que 8,3 milhões dos 13 milhões de desempregados no Brasil no terceiro trimestre eram pretos ou pardos; número corresponde a 63,7% da massa de pessoas sem emprego no país; taxa de desemprego entre esta parcela da população chegou a 14,6%, contra 9,9% dos trabalhadores brancos; além disso, a proporção de pretos e pardos com carteira assinada é inferior a dos brancos (71,3% contra 75,3%) (Foto: Paulo Emílio)
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247 - Levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que 8,3 milhões dos 13 milhões desempregados no Brasil ao longo do terceiro trimestre, conforme denominação da instituição, eram pretos ou pardos.

Número corresponde a 63,7% da massa de pessoas sem emprego no país. A taxa de desemprego entre esta parcela da população chegou a 14,6%, contra 9,9% dos trabalhadores brancos. Segundo o IBGE, apesar dos pretos ou pardos representarem 54,9% da população brasileira acima de 14 anos, o índice de ocupação destas pessoas é de 52,3%, menor que entre a população branca (56,5%).

Além do desemprego ser maior nesta parcela da população, os pretos e pardos também recebem menos que os trabalhadores brancos. No período, o rendimento médio foi de R$ 1.521, correspondendo a 56% do rendimento médio dos brancos (R$2.757).

O IBGE também constatou que os trabalhadores pretos ou pardos respondem por 66% da força de trabalho doméstico do Brasil. Além disso, a proporção de pretos e pardos com carteira assinada é inferior a dos brancos (71,3% contra 75,3%).

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