'Impeachment é prejudicial para a economia'

Presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, defendeu nesta sexta-feira, 4, agilidade na tramitação e votação do processo que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara; se possível com suspensão do recesso no Congresso; "A economia brasileira não aguenta mais ter questões políticas atrapalhando seu desempenho", disse o executivo 

Brasília- DF- Brasil- 02/02/2015- O presidente da Anfavea, Luiz Moan, fala sobre proposta de aumento da mistura de etanol e gasolina, após reunião com o ministro da Casa Civil da Presidência da República, Aloizio Mercadante (Elza Fiúza/Agência Brasil)
Brasília- DF- Brasil- 02/02/2015- O presidente da Anfavea, Luiz Moan, fala sobre proposta de aumento da mistura de etanol e gasolina, após reunião com o ministro da Casa Civil da Presidência da República, Aloizio Mercadante (Elza Fiúza/Agência Brasil) (Foto: Aquiles Lins)
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Jornal do Brasil - A abertura de pedido de impeachment na Câmara dos Deputados traz prejuízos para a economia brasileira, avaliou nesta sexta-feira, 4, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), associação que representa as montadoras instaladas no país, Luiz Moan.

"A economia brasileira não aguenta mais ter questões políticas atrapalhando seu desempenho", disse o executivo em entrevista a jornalistas. Ele defendeu a agilidade no processo, se possível com suspensão do recesso no Congresso.

Moan também cobrou que o ajuste macroeconômico seja definido de forma separada das tensões políticas para que a economia do país possa voltar a crescer. O presidente da Anfavea lamenta os prejuízos econômicos do pedido de impeachment, mas opina que o processo está sendo conduzido dentro do arcabouço legal existente.

Outras autoridades, porém, afirmam que a presidente não cometeu qualquer crime de responsabilidade que justifique um pedido de impeachment contra ela. Nesta sexta, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), criticou a iniciativa e pediu que seu partido se oponha ao que classificou como "tentativa de golpe" (leia mais).

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