Índice de confiança do consumidor volta a cair

A confiança do consumidor brasileiro caiu 0,8% em outubro quando em comparação com o mês anterior, o que representa uma renovação da mínima histórica pela quarta vez consecutiva; medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) chegou a 75,7 pontos, contra 76,3 pontos em setembro

A confiança do consumidor brasileiro caiu 0,8% em outubro quando em comparação com o mês anterior, o que representa uma renovação da mínima histórica pela quarta vez consecutiva; medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) chegou a 75,7 pontos, contra 76,3 pontos em setembro
A confiança do consumidor brasileiro caiu 0,8% em outubro quando em comparação com o mês anterior, o que representa uma renovação da mínima histórica pela quarta vez consecutiva; medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) chegou a 75,7 pontos, contra 76,3 pontos em setembro (Foto: Paulo Emílio)
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Reuters - Com piora da percepção sobre a condição atual, a confiança do consumidor brasileiro caiu 0,8 por cento em outubro sobre o mês anterior e renovou a mínima histórica pela quarta vez consecutiva.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) divulgado nesta segunda-feira pela Fundação Getulio Vargas chegou a 75,7 pontos em outubro, contra 76,3 pontos em setembro.

O resultado foi determinado principalmente pelo Índice da Situação Atual (ISA), que caiu 2,1 por cento em outubro e chegou a 65,7 pontos. Por sua vez, o Índice de Expectativas menteve-se estável em 81,1 pontos, patamar mais baixo da série.

"A falta de sinalizações positivas no front econômico associada às incertezas políticas mantêm a confiança no mínimo histórico. Os consumidores continuam bastante insatisfeitos com o presente e pessimistas em relação ao futuro", avaliou a coordenadora da sondagem, Viviane Seda.

"Houve estabilidade do índice que mede as expectativas mas, após recuo de 5,4 por cento no mês anterior, este movimento é ainda insuficiente para sugerir a possibilidade de uma mudança de tendência", completou.

O Brasil enfrenta um cenário de recessão com desemprego elevado e incertezas na área fiscal e forte crise política, inluindo o movimentos pelo impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

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