Indiferente à greve, Parente volta a aumentar o diesel

Em plena paralisação de 600 mil caminhoneiros pelo país, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, tecnocrata filiado ao PSDB, autorizou mais um aumento do diesel, que já acumula 56% de alta nos últimos 10 meses; caminhoneiros encararam o aumento como desaforo e a paralisação tende a se fortalecer

Em plena paralisação de 600 mil caminhoneiros pelo país, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, tecnocrata filiado ao PSDB, autorizou mais um aumento do diesel, que já acumula 56% de alta nos últimos 10 meses; caminhoneiros encararam o aumento como desaforo e a paralisação tende a se fortalecer
Em plena paralisação de 600 mil caminhoneiros pelo país, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, tecnocrata filiado ao PSDB, autorizou mais um aumento do diesel, que já acumula 56% de alta nos últimos 10 meses; caminhoneiros encararam o aumento como desaforo e a paralisação tende a se fortalecer (Foto: Gustavo Conde)
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247 – Em plena paralisação de 600 mil caminhoneiros pelo país, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, tecnocrata filiado ao PSDB, autorizou mais um aumento do diesel, que já acumula 56% de alta nos últimos 10 meses. Caminhoneiros encararam o aumento como desaforo e a paralisação tende a se fortalecer. 

"A Abcam entende o novo aumento do combustível como um desaforo a todos os trabalhadores brasileiros. Mas ela entende que essa atitude só fortalece as paralisações da categoria e incentiva que outros grupos de trabalhadores também passem a aderir ao manifesto", disse o presidente da Abcam, José da Fonseca Lopes.

Os caminhoneiros reivindicam que as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sejam zeradas, além da isenção da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). Os impostos representam quase a metade do valor do diesel na refinaria. Os caminhoneiros autônomos dizem estar no limite e afirmam que uma carga tributária menor daria fôlego ao setor, já que o diesel representa 42% do custo do frete.

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