Indústria de açúcar brasileira cobra fim das barreiras de Trump

O setor sucroalcooleiro quer que o governo dos Estados Unidos, Donald Trump, diminua ou zere as taxações em relação ao açúcar. Eles cobram reciprocidade após a decisão do governo Jair Bolsonaro de aumentar de 600 milhões para 750 milhões de litros o volume de etanol que pode entrar no Brasil sem taxação extra de 20%. A medida da gestão prejudica os produtores brasileiros

(Foto: Reuters)

247 - O setor sucroalcooleiro quer que o governo dos Estados Unidos, Donald Trump, diminua ou zere as taxações em relação ao açúcar. Eles cobram reciprocidade após a decisão do governo Jair Bolsonaro de aumentar de 600 milhões para 750 milhões de litros o volume de etanol que pode entrar no Brasil sem taxação extra de 20%. A decisão da gestão prejudica os produtores brasileiros. 

“Essa mudança não vai criar grandes distorções no mercado, mas condicionar novas conversas a uma efetiva abertura do mercado americano de açúcar. Foi uma solução salomônica. Uma decisão extremamente firme e equilibrada”, afirmou o presidente da União das Indústrias de Cana de Açúcar (Unica), Evandro Gussi. Seu relato foi publicado no El País.

Atualmente, cerca de 1,6 bilhão de litros de etanol norte-americano entram no Brasil. As indústrias brasileiras produzem cerca de 30 bilhões de litros anualmente, quantidade que deixaria o país autossuficiente, pois o consumo é similar à produção. O uso de etanol de outros países não atinge 5% do que é consumido no país.

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