Janio: desemprego baixo é mais forte que "pibinho"

"Todo o falatório em torno de PIB de 1% ou de 2% nada significa diante da queda do desemprego a apenas 4,6%", diz o jornalista Janio de Freitas, que destaca uma taxa de desocupação no Brasil inferior à da Alemanha

"Todo o falatório em torno de PIB de 1% ou de 2% nada significa diante da queda do desemprego a apenas 4,6%", diz o jornalista Janio de Freitas, que destaca uma taxa de desocupação no Brasil inferior à da Alemanha
"Todo o falatório em torno de PIB de 1% ou de 2% nada significa diante da queda do desemprego a apenas 4,6%", diz o jornalista Janio de Freitas, que destaca uma taxa de desocupação no Brasil inferior à da Alemanha (Foto: Leonardo Attuch)

247 - O colunista Janio de Freitas, da Folha de S. Paulo, destaca um dos grandes trunfos da presidente Dilma Rousseff em 2014: uma das menores taxas de desemprego do mundo, inferior à da Alemanha (leia mais em "A campanha da moda").

Segundo ele, esse dado será mais forte na disputa presidente do que a campanha da oposição em torno do "pibinho". 

"Todo o falatório em torno de PIB de 1% ou de 2% nada significa diante da queda do desemprego a apenas 4,6%. Menor que o da admirada Alemanha. Em referência ao mesmo novembro (últimos dados disponíveis a respeito), vimos as manchetes consagradoras "EUA têm o menor desemprego em 5 anos: cai de 7,3% para 7%". O índice brasileiro, o menor já registrado aqui, excelência no mundo, não mereceu manchetes, ficou só em uns títulos e textos mixurucas", diz ele.


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