João Sicsú denuncia “desmonte da Previdência de Temer e Meirelles”

Economista do Instituto de Economia da UFRJ diz que regra de contenção de gastos públicos apresentada pelo governo interino, que determina que as despesas primárias do governo somente poderão aumentar no máximo de acordo com a inflação do ano anterior, "seria um desastre"; Fiz uma simulação dessa regra aplicada à Previdência Social. Os valores dos benefícios estariam bem abaixo do que foi pago nos governos Lula e Dilma. Hoje, o valor do benefício médio seria quase 40% menor"

Economista do Instituto de Economia da UFRJ diz que regra de contenção de gastos públicos apresentada pelo governo interino, que determina que as despesas primárias do governo somente poderão aumentar no máximo de acordo com a inflação do ano anterior, "seria um desastre"; Fiz uma simulação dessa regra aplicada à Previdência Social. Os valores dos benefícios estariam bem abaixo do que foi pago nos governos Lula e Dilma. Hoje, o valor do benefício médio seria quase 40% menor"
Economista do Instituto de Economia da UFRJ diz que regra de contenção de gastos públicos apresentada pelo governo interino, que determina que as despesas primárias do governo somente poderão aumentar no máximo de acordo com a inflação do ano anterior, "seria um desastre"; Fiz uma simulação dessa regra aplicada à Previdência Social. Os valores dos benefícios estariam bem abaixo do que foi pago nos governos Lula e Dilma. Hoje, o valor do benefício médio seria quase 40% menor" (Foto: Gisele Federicce)

247 - O economista do Instituto de Economia da UFRJ e ex-diretor do Ipea João Sicsú fez uma dura crítica à regra de contenção de gastos públicos apresentada pelo governo interino de Michel Temer, que determina que as despesas primárias do governo somente poderão aumentar no máximo de acordo com a inflação do ano anterior.

Para ele, na prática isso "seria um desastre". "Fiz uma simulação dessa regra aplicada à Previdência Social. Os valores dos benefícios estariam bem abaixo do que foi pago nos governos Lula e Dilma. Hoje, o valor do benefício médio seria quase 40% menor. Os gastos da Previdência têm que observar o crescimento da população e suas necessidades - essa é que deve ser a regra, uma regra social", publicou Sicsú em seu Facebook.

Ele detalha suas críticas em um artigo publicado no site da revista CartaCapital nesta terça-feira, onde diz que "a regra Temer-Meirelles para a Previdência, além de perversa para os mais pobres, beira a falta de inteligência". Leia aqui a íntegra.

Conheça a TV 247

Mais de Economia

Ao vivo na TV 247 Youtube 247