Jurídico da Petrobras diz não ter provas contra PT

Em 26 de março, o Departamento Jurídico da Petrobrás informou ao Conselho de Administração da estatal não ver elementos suficientes para processar o PT por suposto recebimento de propina do esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato; preso pelo juiz Sérgio Moro, apontado por delatores como destinatário de propina de empresas contratadas pela Petrobras, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto contesta a falta de provas

Em 26 de março, o Departamento Jurídico da Petrobrás informou ao Conselho de Administração da estatal não ver elementos suficientes para processar o PT por suposto recebimento de propina do esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato; preso pelo juiz Sérgio Moro, apontado por delatores como destinatário de propina de empresas contratadas pela Petrobras, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto contesta a falta de provas
Em 26 de março, o Departamento Jurídico da Petrobrás informou ao Conselho de Administração da estatal não ver elementos suficientes para processar o PT por suposto recebimento de propina do esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato; preso pelo juiz Sérgio Moro, apontado por delatores como destinatário de propina de empresas contratadas pela Petrobras, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto contesta a falta de provas (Foto: Roberta Namour)
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247 – O Departamento Jurídico da Petrobras disse para o Conselho de Administração da estatal, em reunião do colegiado do dia 26 de março, que "não há provas" para processar o PT por suposto recebimento de propina do esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato.

De acordo com o áudio da reunião divulgado pelo ‘Estado de S. Paulo’, conselheiros reclamaram da "demora" em ajuizar ações contra envolvidos no caso e um dos representantes do Jurídico da petroleira, identificado na gravação como Carlos Rafael, reagiu: "Hoje, a gente não tem prova contra o partido".

Segundo ele, a Advocacia-Geral da União (AGU) orientou a estatal a aguardar pareceres da Controladoria-Geral da União (CGU), órgão de controle do governo, sobre o caso.

Preso na operação Lava Jato, apontado por delatores como destinatário de propina de empresas contratadas pela Petrobras, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto contesta a falta de provas (leia mais).

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