Laura Carvalho: Nova queda da arrecadação desnuda equívocos da política econômica

Economista cita estudos acadêmicos para embasar sua crítica à realização de um ajuste fiscal com o intuito de elevar a confiança dos investidores e assim estimular o crescimento econômico; "O que está sendo vendido por aqui como correção de rota pode ser na verdade um aprofundamento do modelo equivocado adotado há vários anos", afirma

Economista cita estudos acadêmicos para embasar sua crítica à realização de um ajuste fiscal com o intuito de elevar a confiança dos investidores e assim estimular o crescimento econômico; "O que está sendo vendido por aqui como correção de rota pode ser na verdade um aprofundamento do modelo equivocado adotado há vários anos", afirma
Economista cita estudos acadêmicos para embasar sua crítica à realização de um ajuste fiscal com o intuito de elevar a confiança dos investidores e assim estimular o crescimento econômico; "O que está sendo vendido por aqui como correção de rota pode ser na verdade um aprofundamento do modelo equivocado adotado há vários anos", afirma (Foto: Gisele Federicce)
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247 – A economista Laura Carvalho destaca em sua coluna na Folha de S.Paulo nesta quinta-feira 15 que "a ideia de que fazer ajuste fiscal eleva a confiança dos investidores e permite uma redução da taxa de juros ao ponto de estimular o crescimento econômico já vem perdendo seguidores há tempos, mundo afora".

Ela cita estudos acadêmicos para embasar sua crítica. "O que surpreende é que os sucessivos choques de realidade não tenham desmoralizado de vez a tese da 'contração fiscal expansionista'", afirma.

"Se o correto arranjo da política macroeconômica fosse tarefa simples, estaríamos diante de um quadro mundial de crescimento sustentável, redução de desigualdades e contas públicas em ordem. Mas o que está sendo vendido por aqui como correção de rota pode ser na verdade um aprofundamento do modelo equivocado adotado há vários anos", analisa Laura.

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