Lucro do Santander cresce 40% no 2º trimestre e vai a R$ 1,8 bi

Lucro do Santander Brasil subiu quase 40% no segundo trimestre; maior banco estrangeiro no país, o Santander informou que seu lucro líquido somou R$ 1,879 bilhão, alta de 3% sobre janeiro a março e de 39,5% contra igual período do ano passado; lucro recorrente, que exclui despesas com amortização de ágio, somou R$ 2,335 bilhões, alta sequencial de 2,4% e aumento de 29,3% ante mesma etapa de 201

Lucro do Santander Brasil subiu quase 40% no segundo trimestre; maior banco estrangeiro no país, o Santander informou que seu lucro líquido somou R$ 1,879 bilhão, alta de 3% sobre janeiro a março e de 39,5% contra igual período do ano passado; lucro recorrente, que exclui despesas com amortização de ágio, somou R$ 2,335 bilhões, alta sequencial de 2,4% e aumento de 29,3% ante mesma etapa de 201
Lucro do Santander Brasil subiu quase 40% no segundo trimestre; maior banco estrangeiro no país, o Santander informou que seu lucro líquido somou R$ 1,879 bilhão, alta de 3% sobre janeiro a março e de 39,5% contra igual período do ano passado; lucro recorrente, que exclui despesas com amortização de ágio, somou R$ 2,335 bilhões, alta sequencial de 2,4% e aumento de 29,3% ante mesma etapa de 201 (Foto: Paulo Emílio)
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Reuters - O lucro do Santander Brasil subiu quase 40 por cento no segundo trimestre, uma vez que o controle da inadimplência e das despesas administrativas compensaram com sobras a continuada fraqueza nas operações de crédito.

O maior banco estrangeiro no país informou nesta sexta-feira que seu lucro líquido somou 1,879 bilhão de reais, alta de 3 por cento sobre janeiro a março e de 39,5 por cento contra igual período do ano passado. O lucro recorrente, que exclui despesas com amortização de ágio, somou 2,335 bilhões de reais, alta sequencial de 2,4 por cento e aumento de 29,3 por cento ante mesma etapa de 2016.

A carteira de crédito ampliada da instituição fechou junho em 324,94 bilhões de reais, 0,1 por cento menor do que três meses antes, mas subiu 5,4 por cento em 12 meses.

Ainda assim, a margem financeira líquida, que mede o ganho do banco nas operações de empréstimos, subiu 27,3 por cento em 12 meses, a 6,74 bilhões de reais. Sobre o trimestre anterior, a alta foi de 2 por cento. O dado mostra que a instituição conseguiu manter margens, mesmo num cenário de queda dos juros.

Adicionalmente, as receitas com tarifas e serviços cresceram 2,2 por cento do primeiro para o segundo trimestre, somando 3,79 bilhões de reais. Ano a ano, essa linha cresceu 17,9 por cento.

Na outra ponta, a despesa do banco com provisões para perdas com calotes, já descontado o volume de recuperação de créditos, somou 2,36 bilhões de reais, quedas de 4,3 por e de 6,2 por cento nas comparações trimestral e anual, respectivamente.

O dado veio na esteira do controle da qualidade da carteira, com o índice de inadimplência acima de 90 dias em 2,9 por cento, estável ante março e queda de 0,3 ponto em 12 meses.

A despesa geral, que inclui administrativa e salários, caiu 1,7 por cento contra o primeiro trimestre, a 4,55 bilhões de reais. Contra um ano antes, esta linha teve alta de 5 por cento. Em 12 meses até junho, o banco perdeu 2,28 mil empregados.

Com essa combinação, o Santander Brasil, principal fonte de resultados do espanhol Santander, teve rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido de 15,8 por cento no segundo trimestre, queda sequencial de 0,1 ponto.

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