Lula ministro prioriza conveniência política, diz Moody's

Agência de classificação de risco Moody's disse que a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil indica uma mudança na prioridade do governo na direção da conveniência política em detrimento do ajuste fiscal; "A mudança ministerial aponta para uma mudança nas prioridades do governo no sentido da conveniência política à custa de prosseguir com a consolidação fiscal", disse a analista da Moody's Samar Maziad; agência rebaixou o rating do país em dois degraus e mudou a perspectiva da nota para negativa em fevereiro deste ano

Agência de classificação de risco Moody's disse que a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil indica uma mudança na prioridade do governo na direção da conveniência política em detrimento do ajuste fiscal; "A mudança ministerial aponta para uma mudança nas prioridades do governo no sentido da conveniência política à custa de prosseguir com a consolidação fiscal", disse a analista da Moody's Samar Maziad; agência rebaixou o rating do país em dois degraus e mudou a perspectiva da nota para negativa em fevereiro deste ano
Agência de classificação de risco Moody's disse que a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil indica uma mudança na prioridade do governo na direção da conveniência política em detrimento do ajuste fiscal; "A mudança ministerial aponta para uma mudança nas prioridades do governo no sentido da conveniência política à custa de prosseguir com a consolidação fiscal", disse a analista da Moody's Samar Maziad; agência rebaixou o rating do país em dois degraus e mudou a perspectiva da nota para negativa em fevereiro deste ano (Foto: Paulo Emílio)

Reuters - A agência de classificação de risco Moody's disse que a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como novo ministro do governo da presidente Dilma Rousseff indica uma mudança na prioridade do governo na direção da conveniência política em detrimento do ajuste fiscal.

"A mudança ministerial aponta para uma mudança nas prioridades do governo no sentido da conveniência política à custa de prosseguir com a consolidação fiscal", disse a analista da Moody's Samar Maziad em comentário enviado à Reuters.

Em fevereiro, a agência rebaixou o rating do país em dois degraus, a "Ba2", e mudou a perspectiva da nota para negativa.

A agência disse que seus cenários já incorporam a possibilidade de que eventos políticos pudessem complicar as perspectivas de crédito do país.

(Reportagem de Guillermo Parra-Bernal)

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