Machado diz que peemedebistas discutiram leniência

Ex-presidente da Transpetro e delator da Operação Lava Jato Sérgio Machado disse em depoimento ter conversado com o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), com o senador Romero Jucá (RR) e com o ex-presidente da República José Sarney, todos do PMDB, sobre os riscos dos acordos de leniência das empreiteiras, principalmente Queiroz Galvão e Camargo Corrêa; "porque empresas que poderiam vir a fazer delação tinham mantido relações com o depoente e feito doações de vantagens ilícitas"

Ex-presidente da Transpetro e delator da Operação Lava Jato Sérgio Machado disse em depoimento ter conversado com o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), com o senador Romero Jucá (RR) e com o ex-presidente da República José Sarney, todos do PMDB, sobre os riscos dos acordos de leniência das empreiteiras, principalmente Queiroz Galvão e Camargo Corrêa; "porque empresas que poderiam vir a fazer delação tinham mantido relações com o depoente e feito doações de vantagens ilícitas"
Ex-presidente da Transpetro e delator da Operação Lava Jato Sérgio Machado disse em depoimento ter conversado com o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), com o senador Romero Jucá (RR) e com o ex-presidente da República José Sarney, todos do PMDB, sobre os riscos dos acordos de leniência das empreiteiras, principalmente Queiroz Galvão e Camargo Corrêa; "porque empresas que poderiam vir a fazer delação tinham mantido relações com o depoente e feito doações de vantagens ilícitas" (Foto: Roberta Namour)

247 – O ex-presidente da Transpetro e delator da Operação Lava Jato Sérgio Machado disse em depoimento ter conversado com o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), com o senador Romero Jucá (RR) e com o ex-presidente da República José Sarney, todos do PMDB, sobre os riscos dos acordos de leniência das empreiteiras, principalmente Queiroz Galvão e Camargo Corrêa.

Machado para ainda do repasse de R$ 71,7 milhões "tanto na forma de doações oficiais quanto em dinheiro em espécie" aos três políticos.

Falaram "sobre o receio do depoente de novas delações e o risco que isso representava para todos, porque empresas que poderiam vir a fazer delação tinham mantido relações com o depoente e feito doações de vantagens ilícitas, inclusive oficiais, para todos com recursos oriundos dos contratos da Transpetro", informa trecho de depoimento citado na decisão do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF, em que nega pedido de busca e apreensão na casa dos peemedebistas.

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