Maia diz que o 'governo não sabe o que quer' e que Paulo Guedes 'está quase que isolado' na defesa dos gastos públicos

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, (DEM-RJ), criticou a indefinição em torno da aprovação do Orçamento da União para o próximo ano e afirmou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, está “quase que sozinho" na defesa da manutenção do teto dos gastos públicos

Ao lado do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o ministro da Economia, Paulo Guedes, vai à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, para debater a reforma da Previdência (PEC 6/19).
Ao lado do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o ministro da Economia, Paulo Guedes, vai à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, para debater a reforma da Previdência (PEC 6/19). (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
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247 - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou a política econômica do governo Jair Bolsonaro e a indefinição em torno da aprovação do Orçamento da União para o próximo ano. Ainda segundo ele, o ministro da Economia, Paulo Guedes, está “quase que sozinho, isolado”, na defesa da manutenção do teto dos gastos públicos.  

“O desemprego está batendo recorde, a inflação está voltando com força e não me parece que ela vai dar trégua no curto prazo e o orçamento público do próximo ano é uma incógnita. A gente não sabe o que o governo quer e o que o governo vai propor. De alguma forma, o ministro Paulo Guedes está quase que sozinho, isolado, na defesa do governo, da necessidade de se encontrar caminhos respeitando as regras atuais, começando pelo teto de gastos”, disse Maia em uma entrevista ao vivo ao  jornal Valor Econômico nesta segunda-feira (2), de acordo com reportagem de O Globo. 

“Hoje não é mais uma questão do que a Câmara pretende fazer. É o que nós podemos fazer em conjunto, Executivo e Legislativo”, completou. 

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