Mercadante: temos propostas reais para o desemprego de quem já fez esse país sair da crise

Ex-ministro falou à TV 247 sobre o Programa Emergencial de Emprego e Renda do PT que propõe alternativas para o espantoso número de brasileiros desempregados, inadimplentes e desalentados. “É imprescindível que a oposição paute o tema do desemprego, da inadimplência, daquilo que atinge a maioria da população. Nós temos que falar daquilo que está na vida do povo”, afirmou. Assista

247 - O ex-ministro Aloizio Mercadante falou em debate na TV 247 sobre o Plano Emergencial de Emprego e Renda criado pelo PT para apresentar alternativas para a crise econômica do Brasil. Participou do programa Artur Araújo, da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE).

Diante do grande número de desempregados, inadimplentes e desalentados no país, Mercadante explicou quais as propostas do partido para a atual conjuntura e advertiu, “evidente que é papel da oposição apresentar alternativas”. E defendeu que a oposição tem de apresentar alternativas para a grave situação econômica brasileira e discutir aquilo que de fato mexe com a vida da população.

“É imprescindível que a oposição paute o tema do desemprego, da inadimplência, daquilo que atinge a maioria da população. Nós temos que falar daquilo que está na vida do povo, daqueles que mais estão sofrendo com a recessão há mais de quatro anos, com o desemprego, com o aumento da pobreza. São 63 milhões de pessoas que não conseguem pagar suas dívidas, 12,4 milhões desempregados, o desalento que são as pessoas que já não procuram mais porque não acreditam que vão conseguir emprego e a precarização do mundo do trabalho”, enumerou Mercadante.

Ele completou ressaltando que as propostas articuladas vêm do partido que esteve à frente do Brasil. “Evidente que é papel da oposição apresentar alternativas, nós temos que falar para a maioria da população, temos que falar para os trabalhadores desempregados, para os inadimplentes, temos propostas reais de quem governou esse país por 13 anos, quem já fez o país sair da crise. É nossa obrigação fazer essa disputa, inclusive no interior do Congresso Nacional”.

O ex-ministro explicou que dentre as propostas estão os empregos temporários, que são projetados em parceria com outras instituições do país. “O plano prevê 7,5 milhões de empregos, 3 milhões de empregos temporários, em parceria com os sindicatos, prefeituras e igrejas para, por exemplo, recuperação de vias públicas, recuperação de equipamentos como escolas, postos de saúde, é um emprego temporário que pode se prolongar se esse tranco que nós estamos dando na economia realmente fizer o carro pegar e avançar. Isso só começa se tiver um estímulo fiscal claro, forte. É a única chance de nós sairmos dessa situação”.

Segundo ele, o plano de alternativas tem como premissa a não ampliação do déficit público. As alternativas apresentadas pelo PT focam na recuperação econômica a partir do crescimento da receita, e não no corte de gastos.

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