Mercado sobe projeção de rombo do governo central para R$ 159 bilhões

Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda aumentaram a previsão do déficit primário do governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central), neste ano, de R$ 154,841 bilhões para R$ 159 bilhões; projeção consta da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, com base em informações de instituições financeiras do mercado, divulgada nesta quinta-feira, 14

Brasília - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles anuncia durante entrevista a imprensa, o novo presidente do Banco Central, o economista Ilan Goldfajn (José Cruz/Agência Brasil)
Brasília - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles anuncia durante entrevista a imprensa, o novo presidente do Banco Central, o economista Ilan Goldfajn (José Cruz/Agência Brasil) (Foto: Aquiles Lins)

Agência Brasil - Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda aumentaram a previsão do déficit primário do governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central), neste ano, de R$ 154,841 bilhões para R$ 159 bilhões.

A projeção consta da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, com base em informações de instituições financeiras do mercado. O resultado foi divulgado hoje (14). Para 2018, a estimativa de déficit ficou em R$ 156,341 bilhões, contra R$ 130,527 bilhões, previstos no mês passado.

A projeção da arrecadação das receitas federais, este ano, ficou em R$ 1,337 trilhão, contra R$ 1,340 trilhão, previsto no mês passado.

A pesquisa apresenta também a projeção para a dívida bruta do governo geral, que na avaliação das instituições financeiras, deve ficar em 75,8% do Produto Interno Bruto (PIB), ante a previsão anterior de 75,9% para este ano. Para 2018, a estimativa foi ajustada de 79,06% para 78,82% do PIB.

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