"Meta cumprida", diz Mantega. O saldo: R$ 75 bi

Conforme anunciado ontem pelo 247, o governo federal cumpriu sua meta fiscal de 2013, com o superávit próximo a R$ 75 bilhões; informação foi dada no início desta tarde pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega; "descontrole fiscal" era uma das críticas mais frequentes da oposição à política econômica; Mantega também previu bons números em 2014 e disse que o governo manterá os gastos sob controle, apesar das eleições

"Meta cumprida", diz Mantega. O saldo: R$ 75 bi
"Meta cumprida", diz Mantega. O saldo: R$ 75 bi (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil - A)

247 - Caiu, como anunciado ontem pelo 247, o último pilar da "guerra psicológica" de setores da oposição contra a política econômica (leia mais aqui). O superávit primário do governo federal (receitas menos despesas, excluídos gastos com juros), foi próximo a R$ 75 bilhões, conforme anunciou o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Abaixo, notícia da Reuters:

Brasil terá um "bom resultado fiscal" em 2014, diz Mantega

BRASÍLIA, 3 Jan (Reuters) - O Brasil terá um "bom resultado fiscal" em 2014 e o governo continuará fazendo um esforço para manter os gastos sob controle, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta sexta-feira.

Ele previu que a economia brasileira terá um desempenho melhor neste ano, beneficiado por uma economia internacional mais sólida.

O ministro também anunciou que os investimentos no Brasil cresceram cerca de 6,5 por cento em 2013, e devem ter ficado acima de 19 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). Ele acredita que as concessões irão impulsionar os investimentos no país em 2014.

(Por Leonardo Goy)

Leia, ainda, notícia anterior, também da Reuters:

3 Jan (Reuters) - O governo central, composto pelo Tesouro Nacional, Previdência e Banco Central, cumpriu a meta fiscal de 2013, com um superávit primário em torno de 75 bilhões de reais, anunciou nesta sexta-feira o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

"Fizemos um pouco a mais que 1,5 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em superávit no governo central", disse o ministro em entrevista coletiva em Brasília.

A situação fiscal brasileira tem preocupado os investidores, que avaliam que por conta dos gastos públicos, o Banco Central terá que apertar ainda mais a política monetária para conter a inflação.

O cumprimento da meta do setor público consolidado, segundo o ministro, depende do resultado dos Estados e municípios, que será conhecido no fim do mês, acrescentou o ministro, que ressaltou que o resultado do governo central foi possível por causa do aumento da arrecadação.

(Por Leonardo Goy)

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