Moody's: déficit de R$ 139 bi mostra que ajuste vai se arrastar com Temer

Agência de classificação de risco avalia que o rombo de 2017 é maior do que o estimado por ela, tanto em termos absolutos, como em termos relativos; "Um déficit primário desse tamanho apoia nossa visão de que o ajuste fiscal no Brasil vai avançar em um ritmo muito lento durante o atual governo", afirmou a analista da Moody's para o Brasil, Samar Maziad; segundo ela, os números estão longe do necessário para barrar trajetória de deterioração na relação entre a dívida e PIB

Agência de classificação de risco avalia que o rombo de 2017 é maior do que o estimado por ela, tanto em termos absolutos, como em termos relativos; "Um déficit primário desse tamanho apoia nossa visão de que o ajuste fiscal no Brasil vai avançar em um ritmo muito lento durante o atual governo", afirmou a analista da Moody's para o Brasil, Samar Maziad; segundo ela, os números estão longe do necessário para barrar trajetória de deterioração na relação entre a dívida e PIB
Agência de classificação de risco avalia que o rombo de 2017 é maior do que o estimado por ela, tanto em termos absolutos, como em termos relativos; "Um déficit primário desse tamanho apoia nossa visão de que o ajuste fiscal no Brasil vai avançar em um ritmo muito lento durante o atual governo", afirmou a analista da Moody's para o Brasil, Samar Maziad; segundo ela, os números estão longe do necessário para barrar trajetória de deterioração na relação entre a dívida e PIB (Foto: Aquiles Lins)

247 - A agência de classificação de risco Moody's afirmou nesta sexta-feira, 8, que o rombo de R$ 139 bilhões nas contas governo para 2017 é maior do que o estimado pela agenência, tanto em termos absolutos, como em termos relativos.

"Um déficit primário desse tamanho apoia nossa visão de que o ajuste fiscal no Brasil vai avançar em um ritmo muito lento durante o atual governo", afirmou a analista da Moody's para o Brasil, Samar Maziad, ao Broadcast Político.

Segundo Samar, os números apresentados pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ainda estão longe do que é necessário para barrar trajetória de deterioração de indicadores fiscais brasileiros, como a relação entre a dívida bruta e o Produto Interno Bruta (PIB). A Moody's estima que o Brasil precisaria ter um superávit primário ao redor de 2% do PIB para que o governo consiga estabilizar a dívida. 

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