Na retomada de Temer, Brasil exporta indústrias para o Paraguai

De cada 10 indústrias que se instalaram no país vizinho, sete são de brasileiros, segundo informações do governo; Eles foram atraídos por uma grande diferença nos custos trabalhistas, na conta de energia elétrica e nos impostos, capaz de tirar do vermelho suas margens de lucro e recolocá-los, com preços competitivos, na disputa global por consumidores; maioria das empresas se habilitaram a entrar no regime de maquila -em que a produção é 100% exportada e, com isso, paga-se menos imposto. Duas são do setor de confecções e uma, do metalúrgico

De cada 10 indústrias que se instalaram no país vizinho, sete são de brasileiros, segundo informações do governo; Eles foram atraídos por uma grande diferença nos custos trabalhistas, na conta de energia elétrica e nos impostos, capaz de tirar do vermelho suas margens de lucro e recolocá-los, com preços competitivos, na disputa global por consumidores; maioria das empresas se habilitaram a entrar no regime de maquila -em que a produção é 100% exportada e, com isso, paga-se menos imposto. Duas são do setor de confecções e uma, do metalúrgico
De cada 10 indústrias que se instalaram no país vizinho, sete são de brasileiros, segundo informações do governo; Eles foram atraídos por uma grande diferença nos custos trabalhistas, na conta de energia elétrica e nos impostos, capaz de tirar do vermelho suas margens de lucro e recolocá-los, com preços competitivos, na disputa global por consumidores; maioria das empresas se habilitaram a entrar no regime de maquila -em que a produção é 100% exportada e, com isso, paga-se menos imposto. Duas são do setor de confecções e uma, do metalúrgico (Foto: Aquiles Lins)

247 - A pior recessão econômica do Brasil contribuiu para um êxodo de investimentos de indústria para o Paraguai. De cada 10 indústrias que se instalaram no país vizinho, sete são de brasileiros, segundo informações do governo. 

Na embaixada brasileira em Assunção, o número de empresas que pediram informações sobre como operar no país vizinho cresceu quase 64% em 2017. Foram 445 consultas contra 272 em 2016.

Eles foram atraídos por uma vertiginosa diferença (para menos) nos custos trabalhistas, na conta de energia elétrica e nos impostos, capaz de tirar do vermelho suas margens de lucro e recolocá-los, com preços competitivos, na disputa global por consumidores.

Embora o salário mínimo (US$ 365, ou R$ 1.200) seja mais alto do que o brasileiro, os encargos trabalhistas e impostos são mais baixos e giram em torno de 30% do salário do trabalhador. No Brasil, esse custo supera 100%.

Só no último mês, três empresas brasileiras se habilitaram a entrar no regime de maquila -em que a produção é 100% exportada e, com isso, paga-se menos imposto. Duas são do setor de confecções e uma, do metalúrgico.

As informações são da Folha de S. Paulo.

 

Conheça a TV 247

Mais de Economia

Ao vivo na TV 247 Youtube 247