Nassif: Mendonça de Barros representou a miséria da análise econômica

O jornalista Luis Nassif reforça no Jornal GGN que "Luiz Carlos Mendonça de Barros é um dos principais porta-vozes do mercado". "Seu artigo, no jornal O Valor de hoje, é a demonstração cabal da miséria da análise econômica mercadista"; de acordo com o jornalista, "tamanha estupidez" está muito mais "adequada a um pensador bolsonariano do que a um formador de opinião"

Nassif: Mendonça de Barros representou a miséria da análise econômica
Nassif: Mendonça de Barros representou a miséria da análise econômica

247 - O jornalista Luis Nassif reforça no Jornal GGN que "Luiz Carlos Mendonça de Barros é um dos principais porta-vozes do mercado". "Seu artigo, no jornal O Valor de hoje, é a demonstração cabal da miséria da análise econômica mercadista. Diz ele: O ambiente de negócios de hoje é o resultado de 30 anos de uma experiência democrática com forte participação da sociedade. O desenho final que temos hoje foi fruto da interação entre problemas criados por uma Constituição utópica e a realidade social e política que sempre acaba se impondo em uma democracia. (…) Por isto, as dificuldades para se chegar ao modelo ideal, que certamente está na cabeça da equipe econômica, serão muito maiores do que os previstos'".

De acordo com o jornalista, "tamanha estupidez" está muito mais "adequada a um pensador bolsonariano do que a um formador de opinião". "Há medidas que, beneficiando o mercado, favorecem o desenvolvimento. E medidas que comprometem o desenvolvimento.  Como governar é fazer opções, a maneira eficaz de se procurar o equilíbrio virtuoso é através do jogo democrático, representando a realidade social e política, com vários setores se manifestando", afirma. "É o grande problema do particular e do agregado, do curto e do longo prazo, dos interesses particulares e de país. Visto no particular, direitos sociais significam custo para cada empresa. No agregado, são fundamentais para o conjunto de empresas, por impulsionar o dinamismo da economia, da oferta de mão de obra e de consumo. Mas quem defende o conjunto?", questiona.

Leia a íntegra no Jornal GGN

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