No Brasil de Bolsonaro, 20 estados têm informalidade recorde

De acordo com dados divulgados pelo IBGE, das 27 unidades da federação, 18 estados registraram taxa de informalidade acima da média nacional em 2019. Em 11 unidades federativas, a taxa de informalidade ultrapassou 50%. Desemprego ficou em 11,9% no ano passado em nível nacional. Atualmente, há no país 12,6 milhões de desempregados no País

(Foto: Reuters | Aaron Favila/Agência Pública)

247 - A taxa média anual de informalidade em 2019 foi recorde em 19 estados e no Distrito Federal. São trabalhadores sem carteira, trabalhadores domésticos sem carteira, empregador sem CNPJ, conta própria sem CNPJ e trabalhador familiar auxiliar. Em todo o País, a taxa ficou em 41,1% da população ocupada, maior nível desde 2016. É o que apontam dados divulgados nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre as unidades da federação, as maiores taxas de informalidade em 2019 foram registradas no Pará (62,4%) e Maranhão (60,5%). As menores em Santa Catarina (27,3%) e Distrito Federal (29,6%).

Das 27 unidades da federação, 18 estados registraram taxa de informalidade acima da média nacional em 2019. Em 11 unidades federativas, a taxa de informalidade ultrapassou 50%. Apenas Distrito Federal e Santa Catarina tiveram taxas de informalidade abaixo de 30%.

A taxa média de desemprego em 2019 caiu em 16 estados, acompanhando a média nacional, que recuou de 12,3% em 2018 para 11,9% no ano passado. Atualmente, há no país 12,6 milhões de desempregados.

A menor taxa ficou com Santa Catarina: 6,1%. Em seguida aparecem Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, todos com 8%. Já os maiores percentuais foram observados no Amapá (17,4%) e na Bahia (17,2%).

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